www.jornalminuano.com.br
 
Ano XI - Bagé/RS
sexta-feira , 03 de setembro de 2010
Editorias
campo e negocios
charge
Cidade
editorial
esportes
fogo cruzado
Minuano em Revista
minuano empreendedor
segurança
últimas notícias

Colunas
Aniversários
É Verdade
Espaço do leitor
minuano mix
Nas asas do vento
Notas divertidas
ponto de vista
Sentenças curiosas
social

Cadernos
Educação e Informática
Ellas
Esportes
Gente & Cultura
Máquinas e Motores
Mix Verão
Saúde

 

clique aqui

| ponto de vista
por: José Carlos Teixeira Giorgis
 
[01h:19min] 05/03/2008 - Opinião
Bagé e a Grande Loja
Ainda não foi inteiramente superado o cisma maçônico de 1927, quando dissentiram o Grande Oriente do Brasil, potência que agrupava vários ritos e o Supremo Conselho,...
 

...onde se praticava o sistema escocês. Alguns ainda desconhecem que essa cidade foi o embrião de uma grande potência
É que o grão-mestre Otávio Kelly pretendeu avocar, também, a direção do Conselho, que era comandado por Mário Behring; e, resistindo, o último se desligou do GOB e cuidou de reorganizar as lojas; e como as do Rio Grande do Sul se vincularam à Grande Loja do Rio de Janeiro, receberam instruções para fundar seu próprio consistório.
Sugeriu-se que a loja Fraternidade, de Pelotas, buscasse as tratativas prévias, junto à Rocha Negra de São Gabriel e Amizade, de Bagé.
As reuniões foram aqui realizadas por razões geográficas e se desenrolaram nos dias 8, 12, e 23 de dezembro de 1929 sempre com cultas delegações, destacando-se, entre outros, o doutor Brenno Brandão Fischer, que seria venerável da histórica Rocha Negra.
Concluídas as etapas preliminares, finalmente, em 8 de janeiro de 1929, instalou-se, no prédio da Loja Amizade, o célebre congresso maçônico que deu gênese à Grande Loja do Rio Grande do Sul. Os trabalhos iniciaram pela manhã, sob a presidência do venerável da loja gabrielense e secretariados por Otávio Pires Coelho, de Bagé, estando os bageenses ainda representados por Claudionor Borges de Abreu, Eugenio Oberst, Ciriaco Lopes Couto e Brenno Fernando.
Então, foram fundadoras da Grande Loja, a Rocha Negra nº 1, Amizade nº 2, Fraternidade n° 3 e a Caridade Santanense nº 4, que se incorporara ao novo grupo.
Determinou-se que a potência seria sediada em Pelotas, até que a adesão das lojas de Rio Grande e Porto Alegre; e sendo seus primeiros dirigentes Manoel Serafim Gomes de Freitas, Grão-Mestre, da Fraternidade); Egralo de Souza, Grão-Mestre adjunto, pertencente à Rocha Negra;Eugênio Oberst, 1º Grande Vigilante (Amizade); Alexandre Gastau, 2º Grande Vigilante (Fraternidade); Rubens de Freitas Weyne, Grande Secretário (Fraternidade); Silvino J. Lopes, Grande Tesoureiro (Fraternidade); e Jorge Souza Duarte, Grande Orador (Caridade Santanense), completando os demais cargos um grupo de maçons pelotenses.
Mesmo com constituições provisórias, logo se acostaram outras oficinas, como Alegrete, Cacequi, Uruguaiana, São Francisco de Assis, Porto Alegre, etc.
No Congresso de Paris de 1929, apenas os companheiros de Mário Behring foram admitidos no Supremo Conselho Mundial.
Em 1928 começam as divergências locais, e a saída de alguns irmãos da Loja Amizade enseja a fundação da Loja Sigilo nº 14; fraternos desacordos, mais tarde, determinam a retirada de maçons desta loja e surge a Estrela dos Magos, de onde se retirariam outros iniciados, também, para organizar a Loja Adonai.
Recentemente, confrades da Estrela dos Magos fundaram a Loja Estrela do Sul nº 84, que se filiou ao Grande Oriente do Brasil; egressos daquela oficina criaram a Loja Cavalheiros da Liberdade nº 193; e maçons oriundos da Loja Sigilo instalaram a Loja Rainha a Fronteira nº23. Sublinhe-se que em todas houve incorporação de irmãos adormecidos ou provenientes de outras entidades.
Hoje pertencem à Grande Loja as oficinas Sigilo, Estrela dos Magos, Adonai, Cavalheiros da Liberdade e Rainha da Fronteira; a Amizade já se desgarrara há tempos para afiliar-se ao Grande Oriente do Rio Grande do Sul; e a Estrela do Sul, que recuperou o nome de uma das primeiras lojas de Bagé, pertence ao Grande Oriente do Brasil.
Embora a tradição local aponte que os pioneiros de cada entidade tenham emigrado de outras lojas, a pluralidade não obscrece a harmonia.
Muitos lembram que no passado alguns entusiastas da fraternidade vigorante chegaram a imaginar um Grande Oriente de Bagé, tal a unidade e sadia convivência entre os irmãos, o que encantava o país.
 
 

Mais links relacionados

 
[01h:14min] 11/10/2008 - ponto de vista
Diários de campanha
[01h:34min] 31/05/2008 - ponto de vista
Tempos modernos
[23h:47min] 15/01/2009 - ponto de vista
Notas e Fatos
[22h:44min] 02/07/2010 - ponto de vista
A raposa
[13h:51min] 04/04/2008 - ponto de vista
Estou orgulhoso
Arquivo JM
[23h:59min] 16/10/2009 - ponto de vista

A previsão do tempo

Luiz Coronel - Escritor e publicitário
Divulgação
[23h:40min] 17/06/2009 - ponto de vista

O divórcio imediato

 
 
 
Capa do dia - 03/09/2010
Extras
cadernos anteriores
edições anteriores
horóscopo
ENQUETE
O número de casamentos vem se mantendo alto, mesmo com a modernidade das relações. Em Bagé, mais de 200 casamentos já foram realizados este ano. O que você pensa sobre isso?
O casamento permanece como uma das instituições mais sólidas, dando início à família. Por isso, é muito importante que permaneça atual e com credibilidade, mesmo ao longo do tempo.
Com a flexibilidade das relações atuais, não há mais a necessidade da formalização da vida a dois e o casamento tornou-se dispensável, representando um símbolo da sociedade passada.
News
Para ficar sempre informado faça o seu cadastro
Nome:
E-mail:

 


É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal Minuano.

Rua Brigadeiro Mércio, 72 - Bagé/RS: (53) 3242.7693 - ©2005 www.jornalminuano.com.br - ® - All rights reserved - desenvolvido por InterfaceMM