ANO: 25 | Nº: 6357

Divaldo Lara

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24/04/2017 Divaldo Lara (Cidade)

A responsabilidade social de uma gestão

O pavimento de acesso ao Residencial São Sebastião, no bairro São Jorge, está pronto.

Há mais de três anos a obra havia sido anunciada, as 300 famílias selecionadas para residir no residencial estavam no aguardo da pavimentação, que é um dos últimos trâmites exigidos por contrato para receber a documentação definitiva e entregar os imóveis aos seus proprietários.

Já no primeiro mês de gestão, comecei a tratar do assunto. Em fevereiro, estava ciente de quem faria e como seria feito o pavimento. Enquanto isso, com toda a razão, as famílias exigiam uma explicação oficial da Prefeitura sobre a obra, até que começamos.

E concluímos em curto espaço de tempo.

Ao me deparar com algumas coisas que não foram feitas no passado, torno-me incrédulo na capacidade de gestão da administração anterior. Não ter feito o acesso causou um imenso prejuízo para as famílias. A incerteza e a desesperança tomaram conta dos futuros moradores do São Sebastião. A promessa de um pavimento de 135 metros se arrastaram por anos a fio, o que provocou a desagregação e, inclusive, prejudicou a preparação social de um ambiente de paz no condomínio.

Na semana passada, o nosso governo concluiu a obra e tenho a certeza fará um excelente trabalho de compreensão comunitária, de deveres e obrigações. O secretário de Assistência Social, Habitação e Direitos do Idoso, Esquerda Carneiro, com sua equipe qualificada, saberá como conduzir o processo de ambientação no residencial, ao seu lado estará o Banco do Brasil e toda a estrutura da prefeitura.

 

O aterro de Bagé para Bagé

Destaco, ainda, o Aterro Sanitário recuperado e em condições de utilização, que estará aberto nesta semana. O trabalho sob a coordenação do secretário de Meio Ambiente e Proteção ao Bioma Pampa, Aroldo Quintana, merece todos os elogios. Havia uma grande preocupação com o aterro, com o fato do lixo de Bagé ser enviado a outro município e os gastos enormes que acarreta.

O compromisso de resolver o problema se tornou prioritário e insisti muito para darmos uma satisfação à população sobre essa vergonha da cidade. O aterro era um amontoado de lixo voando para todo o lado. Fazia vergonha, não apenas a nós, bajeenses, mas aos técnicos ambientais fiscais do local. Tanto que foi interditado. Mas agora volta a ser um aterro digno dos melhores lugares em que o meio ambiente é respeitado.

Por fim, registro que estamos em obras, estamos trabalhando. Temos propósitos, sabemos o que queremos para o desenvolvimento da cidade e para melhorar a vida de quem vive em Bagé.

Muito obrigado pelo apoio.

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