ANO: 25 | Nº: 6400
27/04/2017 Segurança

Imagens podem revelar suspeito da morte de jornalista bajeense

Foto: Arquivo pessoal

Tagli, como era conhecido pelos amigos, 33 anos
Tagli, como era conhecido pelos amigos, 33 anos

A delegada da 2ª Delegacia do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa, de Porto Alegre, Roberta Mariana Bertoldo, contou em entrevista ao MINUANO, que a investigação está nos primeiros passos sobre o homicídio do jornalista Tagliene Padilha da Cruz, 33 anos. Ela informou que possui imagens do entorno do local do crime, onde aparece uma pessoa chegando e depois saindo do apartamento.

A delegada afirmou que não descarta nenhuma hipótese. "Ainda não sabemos a motivação do crime, se foi de roubo seguido de morte ou de homicídio", relatou.

A titular da delegacia disse que recebeu um laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML), que descreve que a morte do jornalista resultou de uma asfixia por esganadura (que é a constrição do pescoço com as mãos). A vítima também teria sido atingida por um objeto na nuca, que ainda não foi identificado. "Este é um dado inicial, temos que esperar o laudo completo, com as perícias e exames do local, para então termos definida a causa da morte", explicou Roberta.

Elal informou que está ouvindo testemunhas do caso. "Irei ouvir quantos depoimentos forem necessários. Por exemplo, ouvimos parentes e amigos e eles não trouxeram informações que ele tivesse algum desentendimento com alguém. Então, nesta linha, podemos ter qualquer fato. É muito difícil dizer algo neste momento", enfatizou.

A Polícia Civil tem imagens de um suspeito e pretende ampliar a investigação para ter certeza da participação do indivíduo no crime. "Somente a investigação, que está em andamento, poderá confirmar as suspeitas", pontuou a delegada.

 

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