ANO: 24 | Nº: 6083
03/05/2017 Cidade

Editora da Urcamp amplia acesso a produções científicas nas plataformas digitais

Foto: Divulgação

Conselho Editorial está atuando na ampliação do acesso à Ediurcamp
Conselho Editorial está atuando na ampliação do acesso à Ediurcamp

A Editora da Universidade da Região da Campanha (Ediurcamp), órgão suplementar da Pró-Reitoria de Inovação, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão está passando por um processo de reformulação. Nos últimos meses, o Conselho Editorial está trabalhando com uma proposta de ampliar o acesso às produções científicas através das plataformas digitais.
De acordo com a editora-chefe, Ana Cláudia Kalil Huber, uma Fanpage no Facebook foi criada para informar aos pesquisadores de como funciona a Ediurcamp, além de divulgar os trabalhos realizados, como por exemplo, a diagramação de revistas digitais, revistas de eventos institucionais da instituição e livros de escritores de outras cidades.
Atualmente, a editora conta com a publicação e administra a Revista Científica Rural (RCR) e a Revista do Centro de Ciências da Economia e Informática (CCEI), as quais estão disponíveis na plataforma digital e podem ser acessadas através do endereço ediurcamp.urcamp.edu.br. Cada exemplar conta com 10 artigos de vários pesquisadores do Brasil e até mesmo produções do exterior.
Ana Cláudia comenta que a publicação digital é totalmente gratuita e basta apenas o interessado acessar a plataforma (ediurcamp.urcamp.edu.br) e encaminhar o artigo. "Recebemos tudo online via sistema OJS. A partir daí, enviamos para os doutores da área de outras instituições para que avaliem as produções. Recebemos novamente o artigo e, caso seja necessário alguma alteração, encaminhamos para o autor e então publicamos", explica.

A editora deverá lançar, nos próximos meses, a edição 2016 das revistas, mas a equipe já está atuando na produção deste ano. Vários artigos já foram recebidos para a próxima edição. "Aceitamos também diagramação de livros de escritores de outros municípios em formato de e-books (pdfs)", acrescenta Ana Cláudia.
Para a pró-reitora de Inovação, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Elisabeth Cristina Drumm, o objetivo do novo método de trabalho é socializar o conhecimento científico, através das plataformas digitais. "A proposta é ampliar cada vez mais a socialização de conhecimento científico, cultural e artístico gerado, para que todos possuam acesso. A produção não faz sentido se não houver acesso a esse conhecimento em diferentes segmentos. Não pode ficar preso em quatro paredes", destaca.
Com sua reestruturação, a Ediurcamp, em breve, irá fornecer o DOI – número de identificação de documentos digitais, pois o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) exige essa certificação e, com isso, aumenta a qualificação das revistas. Outro fator positivo destacado pela editora-chefe é que o Qualis-Periódicos – sistema usado para classificar a produção científica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) - está enquadrado em B3 e B4, um dos mais elevados. A editora já possui também um indexador no Google Acadêmico.
A Ediurcamp é formada pela editora-chefe, Ana Cláudia Huber; editora-assistente, Clarisse Ismério; assessora técnica, Maria Bartira Costa e diagramadores, Quélen Leal e Mateus Moreira. O Conselho Editorial é composto, ainda, pelos docentes Elisabeth Cristina Drumm, Fernando Pereira de Menezes, Graciela Maldamer e Marilene Vaz Silveira.

Saiba Mais
A história da editora iniciou na década de 1980, quando foi organizada a primeira editora da instituição de Ensino Superior, a Edifunba. Em 2010, ela iniciou por um processo de reestruturação, passando a adotar a nomenclatura e identidade visual de Ediurcamp. Em 2015, a editora lançou a sua maior obra literária denominada "Bagé de ontem e de hoje: coletânea de artigos publicados na imprensa (1939-1994)", reunindo toda produção intelectual do pesquisador Tarcísio Antônio Costa Taborda.

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