ANO: 24 | Nº: 6059
19/05/2017 Cidade

Geteco completa seis décadas com homenagens a ex-professores e familiares de Antenor Gonçalves Pereira

Foto: Tiago Rolim de Moura

Ex-diretor, Schievelbein, e sobrinhas de Antenor Gonçalves Pereira, Eliane Pereira e Gisela Nonticuri
Ex-diretor, Schievelbein, e sobrinhas de Antenor Gonçalves Pereira, Eliane Pereira e Gisela Nonticuri

A manhã de ontem foi de comemorações da Escola Municipal Dr. Antenor Gonçalves Pereira,  Geteco. Durante a manhã, professores, estudantes e convidados participaram de celebração de 60 anos, onde relembraram fatos marcantes da instituição.

Presentes à cerimônia, ex-alunos, professores e diretores do instituto. Gisela Nonticuri e Elaine Pereira representaram a família, já que são sobrinhas do Dr. Antenor Gonçalves Pereira.

Elas relembram que todos os primos passaram pela instituição, pois fazer o curso de Técnico em Contabilidade,  fundado pelo tio, era uma regra na família. “Gostando ou não, tinha que cursar, toda geração da família se formou nesta escola”, recorda Gisela, com carinho.

Para ela, é uma honra representar o familiar, que ainda hoje, décadas após o falecimento, é relembrado como figura ímpar da cidade. “Fomos criadas sob os princípios morais dele, que era um homem honesto, correto e que sempre lutou pela Educação. É por isso que essa lembrança é sempre muito merecida”, destaca.

Elaine lembra que tinha nove anos quando o tio faleceu. Mas teve tempo de vivenciar lindas experiências com o tio, de quem se recorda com afeição. “Batemos muito papo, nós éramos muito apegados. Ele era um grande admirador das artes, principalmente da música. Por ele, eu teria sido violinista”, conta.

O ex-professor e diretor da instituição por 15 anos, Sigmar Schievelbein, também participou da celebração e foi homenageado pelo trabalho dedicado à instituição, assim como outros antigos professores do quadro, que foram relembrados durante a cerimônia.

Histórico

A Escola Técnica de Comércio de Bagé foi autorizada a funcionar no dia 18 de maio de 1957. O nome de Antenor Gonçalves Pereira foi escolhido porque ele, junto a colegas profissionais de contabilidade, lutou pela implantação dos cursos técnicos.

Até ter prédio próprio, a instituição funcionou no então Grupo Escolar Silveira Martins e Monsenhor Costábile Hipólito. A sede da escola foi finalizada somente em 1974. Em 2001, a instituição foi encampada pelo município e funciona nos turnos da manhã e tarde com Ensino Fundamental, atendendo 750 alunos. À noite, funcionam as capacitações técnicas, onde 450 estudantes frequentam os cursos de Administração, Contabilidade, Secretariado e Gestão Imobiliária. 

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