ANO: 25 | Nº: 6400
23/05/2017 Cidade

Após parceria, empresas estão utilizando espaço da Cesa

Foto: Tiago Rolim de Moura

Unidade de Bagé estava ameaçada de ser vendida ou fechada
Unidade de Bagé estava ameaçada de ser vendida ou fechada

Desde a parceria firmada em março junto ao Governo do Estado, empresas do setor primário da região estão utilizando a estrutura da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) para estocagem. A parceria público-privada é uma alternativa para evitar o fechamento da unidade, que já teve sua venda prevista para este ano.

O diretor técnico da companhia, Lúcio do Prado Nunes, explica que  duas empresas fecharam contrato para utilizar a estrutura da Cesa por prazos fechados. A Cerealista Coradini tem contrato de 12 meses, que deve encerrar em 2018. Já a Probajé Sementes tem contrato firmado para utilizar a estrutura até o dia 31 de agosto deste ano. “Tenho como meta executar o que o setor necessitar, sempre construindo com os representantes da cadeia produtiva”, adianta Lúcio.

Nunes conta que a parceria público-privada surgiu como alternativa para dar uma sobrevida à unidade da companhia na cidade, já que muitas outras unidades espalhadas pelo Estado encerraram as atividades e foram inseridas em lote para leilão.

A unidade de Bagé também foi inserida em um lote, com previsão de ir a leilão a partir do segundo semestre deste ano. Então, um potencial comprador teria de respeitar o contrato firmado com as empresas privadas.

Enquanto isso, a manutenção do espaço e os reparos necessários ficam a cargo das duas empresas que estão utilizando o local para estocagem de excedente de safra.

Antes de selar a parceria, o local passou por manutenção realizada pelo governo para colocar o local, que possui capacidade de armazenagem de 20 mil toneladas, pronto para operação.

 

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