ANO: 25 | Nº: 6257
23/05/2017 Cidade

Miguel Arlindo Câmara irá receber redutor de velocidade

Foto: Arquivo JM

Rodovia de acesso à usina já registrou inúmeros acidentes
Rodovia de acesso à usina já registrou inúmeros acidentes

 

Os problemas de velocidade na rodovia Miguel Arlindo Câmara, em Candiota, devem ser solucionados até o final do mês. O prefeito do município, Adriano Castro dos Santos (PT), e o presidente da Câmara de Vereadores, Guilherme Barão (PDT), estiveram, na sexta-feira passada, no Departamento Nacional de de Infraestrutura de Transportes (Dnit), onde foram informados que o redutor de velocidade (pardal) solicitado na gestão do ex-prefeito, Luís Carlos Folador, irá para licitação no dia 29  de maio.

Na ocasião, os representantes de Candiota trataram sobre a revitalização do trevo de acesso a Vila Operária, que tem problemas estruturais devido ao tráfego de veículos pesados. De acordo com Santos, o projeto está parado devido a reduções de verba para o Dnit. “Iremos tentar a continuidade porque o projeto já existe”, diz.

Conforme o prefeito, existe a possibilidade do Dnit  revitalizar cinco quilômetros da estrada tendo início no trevo da Vila Operária. Para isso, será encaminhado um dossiê ao órgão através do gabinete do deputado estadual Cajar Nardes (PR), que foi o responsável pelo agendamento da reunião no Dnit. “O órgão pode fazer até 8,5 quilômetros de forma administrativa e iremos tentar através do parlamentar”, adianta.

O chefe do Executivo salienta que, em 2016, a rodovia Miguel Arlindo Câmara (MAC), que interliga os núcleos habitacionais de Candiota, recebeu manutenção  por meio de parceria com a Engie Energia, responsável pela obra da Usina Termelétrica Pampa Sul. “Foram revitalizados três trechos críticos da estrada”, lembra.  

A situação precária da rodovia e os acidentes com vítimas fatais já geraram três paralisações na via. E através do auxílio de uma comissão formada por moradores, foram instaladas placas de sinalização e redutores de velocidade.

A titularidade da MAC também permanece indefinida. Existem dois processos, um tramitando junto ao governo do Estado, e outro no Senado, para a estadualização ou federalização da rodovia. Nenhum teve avanço. Para a estruturação total da via, seriam necessários mais de R$ 14 milhões.

 

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