ANO: 26 | Nº: 6542

Márcia Dilmann Sousa

marciasifa@hotmail.com
30/05/2017 Márcia Dilmann Sousa (Editorial)

Imprevisibilidade para 2018

O clima de caos político em Brasília não é um impeditivo para que partidos já comecem a alinhar ações e estratégias para a eleição de 2018. Aos olhos dos brasileiros, todos os políticos são corruptos, o que não é verdade. É um erro pensar que os partidos deveriam ser banidos. O que precisa é que sejam criadas regras transparentes, que esteja em primeiro lugar o interesse comum da sociedade, e, em suma, qualificar a política, hoje tão desacreditada no País. A eleição do próximo ano continua imprevisível. De hoje até outubro de 2018, existe um hiato, corre-se o risco de uma eleição direta logo ali. Tudo vai depender de como as coisas vão andar no Supremo Tribunal Federal (STF), no que diz respeito às denúncias que pesam contra o presidente Michel Temer. O cenário é de incertezas. O importante é que o eleitor possa chegar às urnas com possibilidade de escolha de nomes qualificados, seja de que partido for. As redes sociais têm peso enorme nessa escalada. No momento turbulento em que vive, o Brasil precisa de mais racionalidade e menos emoção. Nesse sentido, é preciso ter muito cuidado para que o convite aos aventureiros e falsos messias não cresça nesse atual cenário tão desgastado e com carência de lideranças.

 

 

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