ANO: 26 | Nº: 6526
12/06/2017 Cidade

Coordenadora avalia 15º Dança Bagé

Foto: Tiago Rolim de Moura

Mais de mil bailarinos fizeram inscrição para participar do evento
Mais de mil bailarinos fizeram inscrição para participar do evento

A 15ª edição do Dança Bagé encerrou ontem, no Centro Cultural Auxiliadora. Os grupos aproveitaram a manhã do último dia para ensaiar, não só no palco, mas em todos os cantos do espaço. Outros investiram nas últimas oficinas desta edição, uma delas ministrada pela bailarina Eva Schull, a homenageada do evento.

A coordenadora do festival, Anacarla Flores, salientou a grandiosidade desta edição, em que o evento completa 15 anos de realização. “"Tivemos o maior número de inscrições de bailarinos, superior a mil dançarinos. Ao todo, foram 68 grupos de dança de 21 cidades, alguns com um grande corpo de bailarinos”, disse. Além disso, ela falou do júri do festival, formado por dançarinos de alto nível e variadas áreas, até então, inéditos na edição. Foram eles: Deny Ronaldo, da dança de salão; Lucas Tossi, da dança moderna; Simony Winkel, do ballet clássico e jazz, Renata Dalla Rosa, da dança do ventre; e Nicolas Xavier, da modalidade livre. A própria Eva Schull participou do corpo de jurados nos últimos dois dias de competição.

Anacarla enalteceu a credibilidade que um nome como o de Eva Schull dá ao evento. “Ela foi a precursora da dança contemporânea no Estado, tem uma bagagem enorme, de muita qualidade. Agrega muito conhecimento para todas as modalidades de dança que apresentamos aqui, ser julgado por ela e receber uma avaliação do trabalho”, destacou.

Outro ponto forte apontado pela coordenadora é o reflexo do evento na economia, já que durante estes quatro dias de festival, os bailarinos lotaram os hotéis da cidade, além de movimentar o comércio bajeense. Outro fator primordial para o sucesso do evento, além do grande número de inscrições, foi que esta edição se tornou autossustentável. Somente com o valor cobrado dos bailarinos nas inscrições, foi possível pagar toda a estrutura do evento. “É interessante ver a força que a dança tem porque os bailarinos investem muito na aprimoração, eles que sustentam eventos como este, sempre em busca de conhecimento através de intercâmbio de experiências e as oficinas de alta qualidade”, disse.

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