ANO: 26 | Nº: 6590

Márcia Dilmann Sousa

marciasifa@hotmail.com
14/06/2017 Márcia Dilmann Sousa (Editorial)

Esperança no Distrito Industrial

Atração de novas empresas interessadas em investir é o principal desafio da região. É importante uma visão estratégica de desenvolvimento sustentável para a Campanha. Distante dos grandes centros, esta região foi esquecida por muitos anos. No contexto das desigualdades regionais, a Metade Sul perde para o Norte do Estado em termos de investimentos, oferta de empregos e instalação de novas empresas. Com a economia calcada na agricultura e pecuária, a Campanha gaúcha avança em passos em outras direções para diversificar a economia. Um exemplo no caso específico de Bagé é a área de mais de 60 hectares do Distrito Industrial criado em meados de 70 e que não teve a atenção que merece, pelo menos é o que se vê até hoje. Entusiasta por novos investimentos no município, o então vice-prefeito, hoje secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Bayard Pascoa Pereira, tem focado as atenções no Distrito Industrial. Ontem, ele acompanhou o diretor da Secretaria Estadual do Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Lucídio Ávila, em uma visita naquela área, situada às margens na BR-153, nas proximidades da Vila de Santa Thereza. O representante do governo do Estado informou que inicialmente serão liberados oito lotes do Distrito Industrial para serem comercializados a empresários interessados em investir no município. O espaço carece de infraestrutura, e isso foi um dos entraves para que empresas de grande porte se instalassem no espaço. Eis um desafio para a administração municipal. O fato é que a notícia publicada na edição de hoje, na página 11, sobre o Distrito Industrial, traz novas esperanças em termos de atração de investimento.

 

 

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