ANO: 25 | Nº: 6236
17/06/2017 Cidade

Moradores da zona leste não podem usar ginásio Mosquitão

Foto: Tiago Rolim de Moura

Prédio que atendia moradores da zona leste foi restaurado no ano passado
Prédio que atendia moradores da zona leste foi restaurado no ano passado

 

 

Interditado há três anos,    o ginásio Mosquitão,  que deveria  atender moradores de quatro bairros da zona leste ( Morgado Rosa, Balança, Prado Velho e Habitar Brasil) ainda não cumpre sua função. O espaço foi reformado há cerca de um ano, mas não é utilizado pelos moradores desses bairros.

O espaço foi alvo de vandalismo. Vidros forams quebrados, arquibancadas e telhas arrancadas, banheiros incendiados e pichações feitas em várias partes da estrutura.

Depois de vários processos licitatórios sem interessados, o prédio foi restaurado em agosto do ano passado. Na interdição, o espaço pertencia à Secretaria Municipal da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), mas a responsabilidade foi passada para a então Secretaria Municipal de Educação (Smed), que finalizou a obra em novembro .

Durante o período, várias tratativas foram realizadas para que as atividades comunitárias  voltassem ao prédio, que por um período foi habitado por moradores de rua e  usuários de droga. De acordo com a secretária municipal de Educação e Formação profissional, Adriana Lara, ainda não há solução definitiva para o ginásio.

A secretária informa que  desde o inicio do ano foi colocado um ronda no local e o espaço pode ser utilizado por escolas da região mediante agendamento na Smed. “Queremos abrir para a comunidade, mas para isso precisamos do apóio das associações de moradores dos bairros”, disse.

Conforme a titular da pasta esta agendada para a próxima quarta-feira uma reunião com os  representantes das associações com o intuito de buscar uma solução definitiva para o uso do espaço.

Alternativas

   Desde a interdição, várias tratativas foram anunciadas para a manutenção do prédio. Entre elas  a possibilidade de implantação de uma unidade da Brigada Militar no local para evitar que outros episódios de vandalismo tornem a ocorrer.
Também foi cogitada a possibilidade de realizar um trabalho social nos bairros do entorno do ginásio e a utilização do espaço para cursos de qualificação profissional. Segundo Adriana esses possibilidades não avançaram e ainda não foi definido o uso do ginásio.

 

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