ANO: 25 | Nº: 6208
06/07/2017 Cidade

Obra da Escola Justino Quintana tem prazo estendido por mais 90 dias

Foto: Tiago Rolim de Moura

Piso de blocos das passarelas serão trocados para basalto para melhorar acessibilidade de cadeirantes
Piso de blocos das passarelas serão trocados para basalto para melhorar acessibilidade de cadeirantes

Após quase três anos com aulas em outros locais da cidade, o ano letivo de 2017 iniciou no prédio reformado para os alunos da Escola Estadual de Educação Básica Professor Justino Costa Quintana. Mesmo assim, as obras ainda não foram finalizadas e a empresa aguarda aditivo de tempo ao contrato a fim de realizar algumas alterações não previstas no projeto original.

O governo do Estado autorizou a extensão da obra por mais 90 dias, através de publicação, ontem, no Diário Oficial. A extensão foi firmada entre a Secretaria Estadual de Educação e a Escola Justino Quintana, junto à Sistema Engenharia, empresa responsável pela execução da obra.

O engenheiro da Coordenadoria Regional de Obras Públicas (Crop), César Vasconcellos, explica que o aditivo de 90 dias foi necessário em consequência de um apontamento da Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação, realizado após vistoria da obra. De acordo com o registro, é necessária a troca do piso das passarelas, de blocos, para basalto. “Essa troca vai facilitar a locomoção de cadeirantes no espaço. E esse aditivo é uma compatibilização dos serviços que não haviam sido contratados”, informa.

O pedido de aditivo de prazo foi analisado pelo Departamento de Orçamento e Custo da Secretaria Estadual de Educação. A obra conta com valor contratual total de R$ 7.586.032,68 e tem garantia de cinco anos, ou seja, se durante este prazo houver qualquer problema estrutural relacionado à reforma, a empresa tem o dever de realizar a manutenção.
O prédio foi interditado em agosto de 2013, por recomendação do Ministério Público, por apresentar risco à vida dos estudantes, professores e funcionários. A interdição foi recomendada após vistoria da estrutura, realizada pela Divisão de Assessoramento Técnico do Ministério Público e Crop. Após uma série de entraves burocráticos, a obra foi iniciada em 2014, sofreu várias paralisações por falta de repasses e ainda não está totalmente finalizada. Porém, como há pouca coisa a ser feita na estrutura, as aulas foram liberadas neste semestre letivo.

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