ANO: 25 | Nº: 6312
13/07/2017 Fogo cruzado

Famurs busca liberação de emendas para municípios em emergência

Foto: Divulgação

Lideranças articulam repasse de recursos para cidades gaúchas
Lideranças articulam repasse de recursos para cidades gaúchas

O presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Salmo Dias, se reuniu, na terça-feira, 11, com o ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, para tratar do repasse de recursos às cidades atingidas pela chuva no Rio Grande do Sul. No encontro, Salmo solicitou a liberação dos R$ 107 milhões em emendas parlamentares da bancada gaúcha, que foram contingenciados pelo governo federal. "Estamos tomando ações para ajudar os municípios em situação de emergência, e o ministro Padilha assumiu o compromisso de analisar a nossa proposta", explicou.
Para 2017, foram aprovadas, pelos parlamentares gaúchos, duas emendas de bancada para as prefeituras do Rio Grande do Sul – os recursos podem beneficiar Bagé, que teve situação de emergência reconhecida pela União. Uma de R$ 125 milhões para área da segurança pública e outra para investimentos em agricultura no valor de R$ 100 milhões. Do montante de R$ 225 milhões, apenas R$ 118 milhões foram empenhados pela União. O restante foi contingenciado em função da crise financeira. "A liberação desses valores representa uma ajuda importante para os prefeitos que disponibilizaram recursos para o socorro das famílias afetadas pelas enchentes", esclareceu Salmo.
Durante a audiência, o presidente da Famurs ainda solicitou a liberação de outros R$ 30 milhões anunciados pelo Ministério da Integração Nacional para ações da defesa civil nas 146 cidades que tiveram seus decretos de emergência reconhecidos pela União. Conforme levantamento da Famurs junto à bancada gaúcha, apenas R$ 718 mil foram pagos até agora para 12 municípios. O valor corresponde a 2% do montante prometido pelo governo federal. "Vamos montar uma estrutura para acompanhar a liberação desses recursos, para que as prefeituras não deixem de receber nenhum centavo", afirmou.

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