ANO: 24 | Nº: 6108
29/07/2017 Editorial

Diretrizes necessárias

O governo gaúcho iniciou um debate importante na semana passada. A discussão em torno do Plano Estadual de Saneamento, que envolve a secretaria de Obras, Saneamento e Habitação e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental do Rio Grande do Sul (Abes-RS) busca definir diretrizes prioritárias para o setor. O processo prometer levar em conta a realidade e as peculiaridades de cada região.
O plano é um instrumento legal, que viabiliza a criação de dispositivos de gestão pública relacionada a diferentes eixos do saneamento, que vão do abastecimento de água ao manejo de resíduos sólidos. A participação da sociedade é crucial para garantir espaço às ações de preservação do meio ambiente. O trabalho, conforme já adiantou o governo, envolve seis etapas distintas.
A elaboração do plano, que está sendo feita pela consultoria Concremat, é acompanhada pelo Conselho Estadual de Saneamento, composto por representantes de diferentes entidades da área. A próxima etapa será a análise do índice de salubridade ambiental de cada uma das 25 bacias hidrográficas – incluindo as demandas do rio Camaquã e do rio Negro. Bagé tem papel decisivo e não pode deixar de assumir compromissos para virar o jogo.

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