ANO: 24 | Nº: 6108
01/08/2017 Esportes

Após 90 anos, jalde-negro e Internacional brigam novamente pela taça

Foto: Gustavo Henemann/Jornal NH/Especial JM

Bagé garante vaga na final jogando fora de casa
Bagé garante vaga na final jogando fora de casa
A melhor equipe do interior Gaúcho retoma os treinos na manhã de hoje. O jalde-negro superou o Igrejinha, no domingo, fora de casa, nos pênaltis, e conquistou uma vaga na final da Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho. O próximo obstáculo para levar a taça será o time sub 23 do Internacional, em uma decisão que se repete após nove décadas. “É um momento de muita felicidade, foi uma semana fantástica”, declarou o treinador Geverton Duarte. Ele também elogiou, novamente, as contratações feitas pela direção e os atletas. A primeira partida da final acontece na quinta-feira, às 11h, no Estádio Beira-Rio.
Duarte comentou que o “futebol não é uma ciência exata”, mas esperava o resultado do final de semana em função da qualidade do grupo jalde-negro. “Fomos os melhores”, declarou. Sobre a postura que vai adotar frente ao time da capital, o treinador garantiu manter sua postura ofensiva. “Não abro mão da posse, de fazer o jogo. Sem covardia. Vamos respeitar a grandeza do Inter, mas vamos nos portar como nos portamos até agora.”, garante. O grupo viaja na tarde de quarta-feira, após um treino pela manhã.
Uma das novidades da partida de domingo foi a volta de Matheus Damasceno aos gramados. O jogador sofreu uma lesão ainda em 2016, quando atuava pelo Guarany. Ele foi contratado pelo Bagé e encerrou a recuperação neste ano. O volante foi elogiado pelo técnico. “É um menino de ouro. Ainda vai fazer muito mais pelo Bagé”.

Reencontro histórico
Os mesmos times que vão entrar em campo pela final se enfrentaram em 1927, há 90 anos. Bagé e Internacional competiram no dia 7 de setembro, em Porto Alegre, na final do Gauchão. O time colorado acabou vencendo por 3 a 1, conquistando seu primeiro título. O jogo teve dois gols de Barros (dois) e um Nenê. Pascoalito, de pênalti, marcou para o jalde-negro.
O Bagé, naquele ano, era formado por Júlio, Fortunato, R. Garcia, Ratão, Chatinho, Catulino Moreira, Misael Romero, Bate, Pascoalito, Oliveira, Menel, João, Picão, Leonardo, Chico, Roberto e Argeu. O time da capital disputou com Moeller, Grant e Meneghetti; Ribeiro, Paulo e Lampinha; Veiga, Barros, Miro e Nenê para a disputa.

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