ANO: 23 | Nº: 5789

Viviane Becker

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Colunista social do Jornal Minuano, Viviane Becker é experiente jornalista de geral e conhecida editora do caderno de variedades Ellas.
11/08/2017 Caderno Ellas

Surrealismo na fotografia

Foto: Reprodução JM

A lua
A lua

Surrealismo na fotografia

A paixão pela fotografia começou de forma espontânea, ainda na infância. O acadêmico de Engenharia de Alimentos da Unipampa, Mayke Ochner Casati, de 23 anos, aos 14 despertou para esse mundo, quando  conseguiu adquirir uma câmera comum, simples o suficiente para ser a realização de um sonho. Ele conta que tirava foto da família, amigos, animais e paisagens. Aos 16 anos, ao fotografar uma amiga, teve seu interesse pela arte despertado. "Comecei a cogitar a ideia de comprar uma câmera melhor e aperfeiçoar essa paixão", recorda. Um ano depois, conseguiu comprar sua primeira câmera semiprofissional e faturar com seu trabalho. Natural de Cruzeiro do Sul, no Paraná, chegou a Bagé em 2012, quando começou a trabalhar profissionalmente.

Buscando encontrar um perfil próprio, conheceu a arte de Matheus Ribeiro, fotógrafo de Mato Grosso do Sul, que trabalha com surrealismo em fotos. Inspirado no trabalho dele, resolveu tentar. "Pensei nas possibilidades que poderiam ser feitas e na mensagem que ela transmitiria.

A lua

A primeira foto foi feita dentro do meu próprio quarto, com um tripé e a câmera no temporizador. "Na foto abraçado com a lua eu quis passar a sensação do amor platônico, de se apaixonar por aquilo que não se pode ter. Um sentimento muito presente no cotidiano. Não necessariamente o amor, mas o desejo por coisas ou pessoas que não estão ao nosso alcance", declara.


As borboletas

A foto com as borboletas ilustram a famosa sensação de borboletas no estômago, sentimento comum de sentir, seja em momentos de felicidade, angústia e principalmente tensão.


Os livros

A foto com os livros foi feita para representar a importância da leitura na vida das pessoas. Um livro pode te levar a diferentes lugares, sem ao menos sair de casa.

 

As fotografias surrealistas têm o poder de ilustrar sentimentos, sensações que não podem ser vistas. "Espero poder trabalhar muito neste contexto e poder trazer uma visão diferenciada dos outros profissionais que trabalham aqui", concluiu Casati.

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