ANO: 23 | Nº: 5718
12/08/2017 Cidade

Empresa bajeense investe na geração de energia fotovoltaica

Foto: Tiago Rolim de Moura

Engenheiro se especializou no sistema
Engenheiro se especializou no sistema

A empresa Jardim Solar, criada no final de julho, está realizando projetos de geração fotovoltaica (solar). De acordo com o engenheiro eletricista João José Menezes Jardim, a instalação de placas solares está crescendo no País porque, além de ser uma energia limpa, tem um custo beneficio que compensa o investimento. “Em seis anos, o valor empregado retorna, visto que a pessoa faz sua própria geração de energia e fica com crédito”, relata.
O engenheiro, que é proprietário da empresa, informa que precisou fazer uma atualização e estudar o novo sistema para poder investir. Ele afirma que devido à demanda, os custos já estão ficando mais acessíveis, destacando que é possível realizar projetos a partir de R$ 8 mil. “Estamos com alguns projetos em andamento aguardando a liberação da CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica)”, ressalta.
Ainda de acordo com o empresário, é possível realizar projetos de pequeno, médio e grande porte e é possível que o crédito gerado seja utilizado por outra unidade consumidora, desde que esta esteja relacionada ao mesmo CPF (Cadastro de pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro de Pessoa Jurídica) da unidade consumidora responsável pela geração dos créditos.
Para realizar o projeto é necessário conhecer a área para ver a viabilização. Após, o documento é encaminhado para a CEEE, para análise técnica, e somente depois dos trâmites é adquirido o equipamento. “Em cerca de dois meses, a pessoa já pode usufruir dos benefícios”, frisa.
Jardim está aguardando a liberação da CEEE para implantar o sistema em sua empresa. Ele já adquiriu as placas (células) e o inversor. “O material tem certificação internacional e possui resistência ao granizo e para as intempéries”, enfatiza.


Compensação

O sistema de geração permite que energia excedente, injetada pelo micro ou minigerador na rede da distribuidora, seja compensada, gerando créditos equivalentes, para serem consumidos em um período de até 60 meses. O modelo é regulamentado pela resolução Normativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) número 482, publicada em abril de 2012.

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