ANO: 25 | Nº: 6485
22/09/2017 Cidade

Igreja de Bagé realiza culto em homenagem aos 500 anos da Reforma Luterana

Foto: Tiago Rolim de Moura

Celebração será na sede bajeense da Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Celebração será na sede bajeense da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Em comemoração aos 500 anos da Reforma Luterana, a sede bajeense da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (Ielb) realizará um culto especial, neste sábado, a partir das 19h, na avenida General Osório, nº 408. As atividades contarão com a participação de corais, banda e grupos de danças litúrgicas.
De acordo com o pastor da igreja, André Levi Klein, embora a celebração internacional da Reforma Luterana seja no dia 31 de outubro, a data da festividade, em Bagé, foi escolhida para aproveitar a visita do presidente nacional da congregação evangélica luterana da paz, pastor Egon Kopereck, que se juntará ao culto.
A Igreja Luterana recebeu seu nome como homenagem a Martinho Lutero, professor de teologia pertencente à ordem agostiniana, na região do Sacro Império Germânico, que iniciou um movimento religioso, na Europa, com o intuito de alterar algumas práticas da igreja da época. Lutero formulou 95 teses acadêmicas, divulgadas no dia 31 de outubro de 1517, que repercutiram em diversos âmbitos da sociedade e serviram de princípios eclesiásticos para o luteranismo.
Dentre os principais pontos da reforma, Klein destaca a tradução da Bíblia e dos cultos para uma linguagem popular, o incentivo às escolas e ao ensino para que todas as pessoas pudessem ter acesso a uma formação básica e a certeza da existência de um único Deus benevolente e que concede o perdão divino.
A Ielb está presente, no Brasil, desde o ano de 1900, trazida por imigrantes alemães, que se fixaram, inicialmente, em Morro Redondo. Há quase 52 anos, em Bagé, a congregação conta com cerca de 200 membros, que se reúnem semanalmente em cultos públicos onde é pregada a palavra de Deus. Klein conta que a intenção da congregação é divulgar suas crenças, além de ajudar a sociedade a realizar uma mudança para que os inúmeros conflitos religiosos sejam superados. O pastor afirma que toda a comunidade é convidada para participar da celebração. “Não tentamos disputar espaço com outras igrejas. Queremos aproximar as pessoas de Deus”, declara.

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