ANO: 25 | Nº: 6312
23/09/2017 Cidade

Unipampa inaugura planetário em Bagé

Foto: Divulgação

Após inauguração, local irá apresentar primeiras sessões públicas
Após inauguração, local irá apresentar primeiras sessões públicas

O planetário da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), oficialmente inaugurado na sexta-feira, coloca Bagé em uma espécie de mapa. De acordo com o professor responsável pelo projeto, Guilherme Frederico Marranghello, apenas 0,3% das cidades do mundo contam com estrutura para estudo de astros e corpos celestes.
Segundo Marranghello, a Associação Internacional de Planetários contabiliza apenas 1.204 estruturas fixas e 2.882 planetários móveis. No Brasil, são 40 planetários fixos e 31 móveis. “Estou feliz com a inauguração e ansioso para ver as pessoas chegando e utilizando este espaço”, disse.
Durante solenidade oficial, o reitor da Unipampa, Marco Antônio Fontoura Hansen, destacou a importância da estrutura para a região. “O planetário traz uma sala de aula imersiva, com ações visuais, auditivas e emocionais. Nos possibilita conhecermos de perto os fenômenos da natureza e saber mais sobre a nossa própria origem”, pontuou.
As primeiras exibições públicas acontecem neste sábado, a partir das 16h. As sessões serão realizadas semanalmente, em cinco horários. Nas quintas-feiras, as exibições abertas ao público serão realizadas às 20h e às 21h. Aos sábados, às 16h, às 15h e às 18h.


Investimento

O planetário é um ambiente especialmente projetado para simular o céu estrelado noturno e diurno, em diferentes épocas do ano e locais de observação. A sala de projeção onde são realizadas as chamadas ‘sessões’ é constituída por um auditório circular coberto por uma cúpula que serve para projetar a programação por meio de projetores especiais.
A obra do planetário bajeense custou mais de R$ 1,5 milhão. A Unipampa foi a responsável pelo investimento de aproximadamente R$ 850 mil, destinados à construção do prédio. Para pagar o equipamento e a instalação da cúpula, foram necessários R$ 90 mil, arrecadados entre recursos repassados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e em uma campanha feita por professores e alunos, no ano passado.

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