ANO: 23 | Nº: 5764
11/10/2017 Cidade

Políticas de inclusão à pessoa com deficiência são discutidas em audiência pública

Foto: Giovana Pereira/Especial JM

Debate foi promovido pela comissão de saúde da Câmara
Debate foi promovido pela comissão de saúde da Câmara

A Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores realizou, na noite de segunda-feira, 9, uma audiência pública, em conjunto com a Associação Bajeense de Pessoas com Deficiência (Abadef) e com a Coordenadoria de Atenção à Pessoa com Deficiência da Secretaria de Saúde, para discutir acessibilidade e políticas voltadas a pessoas com deficiência.
A coordenadora do setor de Atenção à Pessoa com Deficiência da Secretaria de Saúde e presidente da Abadef, Cimone Barbosa Halberstadt, falou do plano de ação da pasta, que visa auxiliar os serviços realizados no município, fazer o mapeamento e o cadastro municipal das pessoas com deficiência, buscar apoio e realizar ações que visem a melhoria da qualidade de vida, acessibilidade e a inclusão social destes pacientes. “Estamos providenciando a criação da comissão permanente de acessibilidade, que vai trabalhar a transversalidade entre as secretarias do governo”, destacou.
O evento contou com a presença do presidente do Conselho Estadual da Pessoa Com Deficiência (Coepede), Rotechild Prestes e do coordenador de Políticas para Pessoas com Deficiência da Secretaria do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, Adilso Corlassoli, que ressaltaram a importância da criação de políticas públicas que proporcionem qualidade de vida às pessoas com deficiência e a possibilidade de avanço na eliminação de barreiras, sejam elas arquitetônicas ou de inclusão. “Queremos ajudar as pessoas com deficiência, seja ela qual for, e facilitar para que tenham seus direitos respeitados, fazer com que a acessibilidade seja uma regra social de inclusão”, disse.
Para o secretário municipal da Saúde, Mário Mena Kalil, a marca desta gestão é mostrar a diferença, como a criação de uma Coordenadoria de Atenção à Pessoa com Deficiência, que propõe acessibilidade em todos os locais públicos, começando pelas unidades de saúde. “A nossa intenção é fazer com que as pessoas tenham condições e possibilidade de chegar no atendimento de saúde. Nós temos aqui em Bagé uma reabilitação física e auditiva, regionais, que realizam um trabalho fantástico, atendendo 39 e 29 municípios, respectivamente. Queremos ouvir as necessidades destas pessoas, saber o que elas mais precisam e incluir na rotina da cidade facilitando o dia a dia delas”, salientou.

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