ANO: 24 | Nº: 6038
18/10/2017 Cidade

Mostra de Casos Clínicos de Fisioterapia envolve cerca de 80 alunos

Foto: Claudenir Munhoz

Apresentações dos atendimentos nos estágios ocorreram na tarde e noite de ontem
Apresentações dos atendimentos nos estágios ocorreram na tarde e noite de ontem

O curso de Fisioterapia da Universidade da Região da Campanha (Urcamp) realizou, ontem, a 8ª Mostra de Casos Clínicos. Cerca de 80 acadêmicos apresentaram as experiências vividas com os pacientes por meio dos estágios nas especialidades de Ortopedia e Traumatologia, Cardio e Pneumologia, Neurologia, Neuropediatria, Hospitalar, Unidade Básica em Saúde e Ambulatorial.
A organização do evento é realizada pelos alunos do nono e décimo ano, com coordenação das professoras Lídia Guterres e Ionara Hoffmeister. A mostra visa levar aos alunos de todos os semestres, anteriores aos estágios, uma visão ampla e clara de como se desenvolve a formação e prática dos futuros fisioterapeutas.
Em 2018, segundo a coordenadora do curso, Lídia Guterres, a expectativa é que a mostra se torne regional ou estadual, quando serão convidados cursos de Fisioterapia de outras universidades do Rio Grande do Sul.
Na solenidade de abertura, ontem, a coordenadora comentou que o momento é muito esperado, visto que é um evento feito para os acadêmicos. “A Urcamp não perde para qualquer outra região”, enfatizou a docente.
A diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), professora Mônica Palomino, se demonstrou encantada com o nível de qualidade de trabalhos apresentados pela comunidade acadêmica. “Orgulha-nos muito. É um evento que merece ser ampliado”, disse.
A pró-reitora acadêmica, professora Virgínia Paiva Dreux, falou que os trabalhos estão cada vez melhores. “Acredito que a mostra deve ser mais abrangente, ampliando para as 15 universidades do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), no qual fizemos parte”, frisou. Virgínia garantiu que será articulada, para o próximo ano, a amplitude do evento.
Para o acadêmico do décimo semestre, Uesly Ferreira Duarte, 25 anos, que fez estágio ambulatorial, o resultado foi positivo. “É a teoria e prática, onde aprendemos a passar os conhecimentos. É o complemento dos cinco anos de curso”, disse. O atendimento foi realizado em um paciente, de 46 anos, que possui dificuldades no equilíbrio, em caminhar, entre outros casos.

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