ANO: 25 | Nº: 6211
25/10/2017 Cidade

Estrutura da Cesa não desperta interesse de compradores

Foto: Tiago Rolim de Moura

Enquanto não é vendida, unidade é utilizada por produtores locais
Enquanto não é vendida, unidade é utilizada por produtores locais

Com valor estimado em R$ 4,5 milhões, o processo que poderia formalizar a venda da unidade bajeense da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) não atraiu interessados.
A venda foi anunciada em setembro, como medida para saldar dívidas trabalhistas superior a R$ 200 milhões. A concorrência foi na modalidade de melhor preço. Junto à unidade de Bagé, também constavam na lista de venda as unidades de Passo Fundo, São Gabriel, Palmeira das Missões, Erechim e Cachoeira do Sul.
Com a falta de interessados, o diretor da Cesa, Lúcio do Prado, explica que as próximas ações devem ser definidas pelo governo do Estado, através da Casa Civil e da Secretaria de Agricultura, comandadas, respectivamente, por Fábio Branco e Ernani Polo.
Prado informa que a estrutura segue sendo utilizada pelos produtores da região enquanto a venda não é efetivada. “Nós temos um contrato de reserva de espaço. A unidade segue operando normal. Só vamos entregar o espaço quando for efetivada a venda”, garante.
Em março, duas empresas fecharam parceria público-privada com a companhia para a utilização da estrutura. Com a Probajé, o prazo previsto era até o final de agosto. Com a Cerealista Coradini, havia sido acordado um prazo de 12 meses. A estrutura da Cesa tem capacidade de armazenagem de 20 mil toneladas.

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