ANO: 25 | Nº: 6262
04/11/2017 Cidade

Ordem para construção da estrutura que abrigará vendedores ambulantes será formalizada

Foto: Tiago Rolim de Moura

Iniciativa visa construir base móvel na região, próxima à pista de rolamento, no Calçadão
Iniciativa visa construir base móvel na região, próxima à pista de rolamento, no Calçadão

 

O prefeito de Bagé, Divaldo Lara, do PTB, realiza, na segunda-feira, a assinatura da ordem para iniciar a construção da estrutura temporária que abrigará os vendedores ambulantes de Bagé. A atividade acontece às 15h, no salão nobre da prefeitura.
O projeto foi formulado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDI). A iniciativa prevê a colocação de 36 bancas, que formarão o Centro Popular de Compras (CPC), na região próxima a pista de rolamento, na área onde hoje ficam as motos de passeio. Os mototaxistas continuarão no local, mas serão reposicionados para a área destinada ao carro-forte  que atendem ao Banco do Brasil, o qual ficará na avenida Marechal Floriano
Segundo o titular da pasta, Bayard Paschoa Pereira, a migração dos vendedores acontecerá assim que a equipe de construção finalizar a obra de adaptação e nivelamento do piso da área, formado por paralelepípedos. Na prática, será construída uma base móvel, feita de placas de concreto, onde serão dispostas as tendas.
Bayard revela que a prefeitura estima que as bancas sejam fixadas nos próximos 60 dias, mas o secretário acredita que a estrutura poderá ser concluída até a primeira quinzena de janeiro, se não houverem problemas com relação às condições climáticas e outros fatores.
O secretário também salienta que o CPC é uma medida temporária, prevista para durar o tempo necessário para a prefeitura oficializar documentos de uma reforma no Centro de Integração Comercial (CIC) da avenida Marechal Floriano, onde os vendedores serão fixados. Os contemplados pela ação provisória deverão pagar um custo mínimo para ocupação das tendas. O secretário afirma que a medida visa dar um espaço digno para estas pessoas realizarem seu trabalho e se estruturarem financeiramente.
O lugar foi definido após o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) recusar a instalação das estruturas na travessa Vanda Mourão, localizada atrás do Obino Hotel. A prefeitura já realizou uma licitação para a compra das tendas que serão utilizadas no local.

 

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