ANO: 26 | Nº: 6525

Marcelo Teixeira

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Advogado e professor universitário - Urcamp
30/12/2017 Marcelo Teixeira (Opinião)

As mais mais de 2017

Mais tocada que a música Despacito.
Mais mal feita que a gravação do Joesley.
Mais irritante que a burrice da Bibi Perigosa.
Mais arriscado que investimento em Bitcoin.
Mais reajustado que o valor do botijão de gás.
Mais contestado que o sucesso de Pablo Vittar.
Mais suspeito que dirigente esportivo brasileiro.
Mais curto que retorno do goleiro Bruno ao futebol.
Mais rápido que processamento do recurso do Lula.
Mais decepcionante que campanha do Inter na série B.
Mais falso que recibo de aluguel do apartamento do Lula.
Mais atrasada que a sentença condenatória do Paulo Maluf.
Mais preocupante que a presença das rãs-touro em Candiota.
Mais inexplicável que a vitória do Lanús sobre o River Plate.
Mais esburacada que a barreira do Grêmio diante do Cristiano Ronaldo.
Mais perversa que a reforma trabalhista promovida pelo governo Temer.
Mais inócua que decretação de feriado municipal por Renato Portaluppi.
Mais tranquilo que réu corrupto prestes a ser julgado por Gilmar Mendes.
Mais previsível que a impunidade dos verdadeiros assassinos da boate Kiss.
Mais repressora que a Resolução nº 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.
Mais insólita do que aterrissagem de ultraleve na rua Padre Abílio Sponchiado.
Mais atrapalhada que substituição da empresa de coleta de lixo em início de gestão.
Mais encrencado que cartola brasileiro envolvido no escândalo de corrupção da FIFA.
Mais desonesto que argumento governamental para justificar a reforma previdenciária.
Mais cara-de-pau que o Sérgio Cabral dizendo que o juiz podia acreditar na índole dele.
Mais retrógrada que a alteração na portaria que visa combater o trabalho escravo no Brasil.
Mais fora da casinha que placa do Km 1 da BR-293 colocada no meio da avenida Santa Tecla.
Mais infeliz que ministra dizendo que receber 30 mil reais de salário se assemelha a trabalho escravo.
Mais paranoico que o Jean Wyllys relacionando o número de dedos do Lula com o número de anos de sua condenação.
Mais paradoxal do que o velho descaso com a miséria humana em contraste com a crescente e exagerada preocupação com os demais animais.

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