ANO: 25 | Nº: 6210
04/01/2018 Fogo cruzado

Maia critica medida provisória que viabiliza privatização da CGTEE

Foto: Luis Macedo / Especial JM

Democrata defende que governo deveria ter apresentado projeto de lei
Democrata defende que governo deveria ter apresentado projeto de lei

Durante agenda em Pernambuco, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do DEM do Rio de Janeiro, qualificou a Medida Provisória (MP) que retira a proibição de privatizar a Eletrobras e suas subsidiárias de uma lei que trata do setor elétrico como ‘autoritária’. O parlamentar adiantou que não deve pautar a matéria, salientando que o governo deveria ter apresentado um projeto de lei nos mesmos moldes, para ampliar a discussão sobre as privatizações. A MP pode definir o futuro da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), que transferiu sua gerência para Candiota, no ano passado.
Sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei, modificada por MP editada pelo presidente Michel Temer, no final de 2017, retirava a Eletrobras e suas subsidiárias (o que inclui a CGTEE) do programa de privatização criado por Fernando Henrique Cardoso. Maia não se posiciona contra as privatizações das empresas que compõem o grupo. O que incomoda o presidente da Câmara dos Deputados é a forma como o processo tem sido conduzido pelo Palácio do Planalto. O parlamentar defende que a sociedade deve ser ouvida sobre a proposta, através dos representantes que ocupam cadeiras no Congresso Nacional.

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