ANO: 25 | Nº: 6353
08/02/2018 Cidade

Bagé registra 12 focos de Aedes Aegypti desde início do ano

Foto: Antônio Rocha

Agentes realizam análise de larvas coletadas
Agentes realizam análise de larvas coletadas

Desde o início do ano, a iniciativa pública para o combate ao Aedes Aegypti identificou 12 focos do mosquito em Bagé. Conforme o coordenador da Vigilância Ambiental, Marcelo Inchauspe Fernandes, as larvas foram encontradas no centro do município e no bairro Jardim do Castelo.
Em 2017, foram registrados 249 focos do Aedes Aegypti no município. As áreas com maior incidência de larvas do transmissor da dengue, Chikungunya e Zika vírus estão localizadas nos bairros Getúlio Vargas, Mascarenhas de Moraes, centro e São Judas Tadeu. Entretanto, até então, o município não teve casos confirmados de dengue.
O coordenador informa que a vigilância conta com apenas 20 agentes para realizar o monitoramento nas residências, visitando duas vezes por mês, 42 pontos estratégicos cada, como cemitérios, oficinas mecânicas, postos de gasolina, sucatas e borracharias.
Salienta, também, a importância dos agentes comunitários, que ajudam o órgão a realizar o programa para Levantamento de Índices (LI), visitando as casas, para orientar os moradores e verificar a existência de possíveis focos.

Indicações
As regiões onde os focos são encontrados recebem uma ampliação no serviço da Vigilância Sanitária. Fernandes orienta que estas pessoas sejam receptivas com os agentes da vigilância, os deixando entrar em suas casas para realização do trabalho.
O coordenador salienta que estes estão devidamente uniformizados e portarão materiais informativos, com indicações para que suas residências não atraiam o mosquito. Fernandes pede que os cidadãos façam limpezas periódicas em suas casas, procurando por possíveis pontos de água parada e tapando-os.
“Como estamos no verão, é importante avisar as pessoas que têm piscinas, que mantenham elas cobertas quando estiverem sem uso. A limpeza das bordas também deve ser realizada, sendo que é onde a maioria dos ovos do mosquito são depositados”, esclarece o coordenador.

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