ANO: 25 | Nº: 6377
20/02/2018 Editorial

Marca dos gaúchos

Os números apresentados pela atual gestão do Banrisul, ontem, em Porto Alegre, não apenas exaltam o sucesso da instituição financeira, até porque fora alcançado, conforme anunciado, o maior lucro líquido da história do banco, mas renovam o orgulho de quem enxerga, na marca, uma representação da qualidade do povo gaúcho.
Sim, é fato, gaúchos gostam, em sua ampla maioria, do que é gaúcho. É o popular regionalismo que se manifesta de diferentes maneiras e nos mais variados segmentos. Utilizar o Banrisul como exemplo desta argumentação serve também para atestar que outras marcas seguem reconhecimento similar, permitindo que o povo daqui tenha o orgulho de dizer, por outros pagos: "Esse é do Rio Grande". E é mesmo.
Ao atingir a cifra de US$ 1,05 bilhão, o Banrisul caminha para um futuro promissor. Claro, se os rumos traçados mantiverem êxito pelo menos próximo do atual. Líder no mercado do Rio Grande do Sul, mantendo 28,7% de todas as agências bancárias aqui instaladas, a instituição demonstra que mantém uma preferência considerável. Mas não apenas isso. Outros números revelam grandeza, coisa que o gaúcho também gosta.
Segundo a instituição, o resultado recorrente totalizou R$ 911,6 milhões em 2017, 39,8% superior ao apurado em 2016. O patrimônio líquido alcançou R$ 7,03 bilhões em dezembro de 2017, 9,2% ou R$ 591,6 milhões acima da posição de dezembro de 2016 e 4,5% ou R$ 303,9 milhões maior que o saldo de setembro de 2017. Já os recursos captados, constituídos principalmente por depósitos e recursos administrados de terceiros, totalizaram R$ 61,6 bilhões em dezembro de 2017, com expansão de 9,3% ou R$ 5,2 bilhões em doze meses, desempenho motivado, especialmente, pelo incremento de R$ 4,5 bilhões dos depósitos. Nada mal para uma instituição com raiz gaudéria e que, na atualidade, vive uma expansão em direção a todos os recantos.

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