ANO: 25 | Nº: 6257
27/06/2018 Cidade

Plenária deve definir o futuro do Mosquitão

Foto: Tiago Rolim de Moura

Espaço pode ser utilizado mediante agendamento
Espaço pode ser utilizado mediante agendamento
A possibilidade de transformar o ginásio Mosquitão no sexto Centro de Referência em Saúde será debatida com a população durante uma plenária. O espaço sofreu várias depredações e foi reformado pela prefeitura, porém não havia uma destinação para o local. O tema foi apresentado em maio, pelo prefeito Divaldo Lara, durante o Projeto meu Bairro Melhor, e ganhou adesão da população.

Conforme Divaldo, será realizada uma plenária no bairro para definir a aprovação da comunidade. O espaço atendia cinco bairros que contam com mais de 560 famílias da zona leste. "Após a aprovação da comunidade devemos realizar o projeto", ressalta. A proposta do prefeito visa utilizar um espaço, atualmente, ocioso.

De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Prado Velho e atual administrador do espaço, Júnior Augusto Silva Moraes, já foi realizada uma reunião entre os moradores e todos aprovaram a utilização. Ele explica que a implantação do Centro de Referência irá atender as necessidades da população.

O líder comunitário informa que, mesmo após a reforma, já houve atos de vandalismo. Mas, desde que assumiu, no final de maio, foi realizada uma limpeza e conservação do local. " Não tem iluminação no local porque haviam furtado os fios e quebrado as lâmpadas. Mas já há interessados em utilizar o local para eventos", diz.

Interdição

O ginásio Mosquitão foi interditado em 2014, pois o espaço foi alvo de vandalismo. Vidros foram quebrados, arquibancadas e telhas arrancadas, banheiros incendiados e pichações feitas em várias partes da estrutura. Em 2016, passou por uma reforma, depois de vários processos licitatórios sem interessados.

Na interdição, o espaço pertencia à Secretaria Municipal da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), mas a responsabilidade foi passada para a então Secretaria Municipal de Educação (Smed), que finalizou a obra em novembro de 2016.

Durante o período, várias tratativas foram realizadas para que as atividades comunitárias voltassem ao prédio, que, por um período, foi habitado por moradores de rua e usuários de droga. Desde a interdição, várias tratativas foram anunciadas para a manutenção do local. Entre elas a possibilidade de implantação de uma unidade da Brigada Militar, para evitar que outros episódios de vandalismo ocorressem. Também foi cogitada a possibilidade de realizar um trabalho social nos bairros do entorno do ginásio e a utilização do espaço para cursos de qualificação profissional.

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