ANO: 25 | Nº: 6282
14/07/2018 Cidade

Ópera O Quatrilho chega a Bagé em agosto

Foto: Reprodução JM

Cantores e atores, Pedro Spohr, Ricardo Barpp, Luciane Bottona, Carla Maffioletti, Daniel Germano, Flávio Leite e Maíra Lautert durante ensaio, clicados pelo fotógrafo Gilberto Perin
Cantores e atores, Pedro Spohr, Ricardo Barpp, Luciane Bottona, Carla Maffioletti, Daniel Germano, Flávio Leite e Maíra Lautert durante ensaio, clicados pelo fotógrafo Gilberto Perin
Depois da estreia nacional dias 28 e 29 de julho, no Theatro São Pedro, na capital gaúcha, com três récitas, a ópera O Quatrilho vai passar por mais sete palcos, sendo um deles em Bagé, no auditório do Complexo Cultural do Museu Dom Diogo de Souza.
Em agosto, a ópera segue em cartaz passando por sete palcos do Rio Grande do Sul: Recanto Maestro (dia 3, no Auditório da Antonio Meneghetti Faculdade), Bagé (dia 9, no Museu Dom Diogo de Souza), Pelotas (dia 10, no Theatro Guarany), Passo Fundo (dia 12, no Teatro Notre Dame), Bento Gonçalves (dia 15, no Anfiteatro Ivo Antonio da Rold), Caxias do Sul (dia 18, no Teatro Murialdo) e Novo Hamburgo (dia 19, no Teatro Feevale). Os ingressos estão à venda online e em diversos pontos de venda espalhados pelo Estado.
Os ensaios reunindo todo o elenco, que inclui sete cantores/atores e 12 músicos da Camerata OntoArte, ocorrem diariamente em Porto Alegre com regência do maestro Antonio Borges-Cunha e direção cênica de Luís Artur Nunes. A ópera em dois atos tem música de Vagner Cunha e libreto de José Clemente Pozenato com recitativos em português e árias, duetos e coros cantados em italiano. O enredo retrata a realidade dos imigrantes italianos no início do século XX, deixando claro o poder da mulher nas decisões de família e também de negócios. O título faz analogia ao jogo do quatrilho, jogo de cartas onde os parceiros se trocam ao longo da partida. Tudo pode acontecer nesse jogo com um elenco integrado pelos cantores Carla Maffioletti, Maíra Lautert, Flávio Leite e Daniel Germano nos papeis principais, além de Luciane Bottona, Ricardo Barpp e Pedro Spohr.

Os elementos cênicos estão sendo produzidos integralmente no Estado. Assinados pela porto-alegrense Malu Rocha, os figurinos foram desenhados a partir de fotografias de famílias italianas que viveram e trabalharam na área rural do Rio Grande do Sul durante a imigração. A montagem tem cerca de 30 peças criadas em cores frias e terrosas, retratando as personalidades dos protagonistas da trama.

Já o gaúcho Rodrigo Lopes é o responsável pela criação e concepção do cenário da montagem. Para remeter à época, o cenógrafo criou um lambrequim – adorno arquitetônico de madeira recortada muito utilizado nas casas dos imigrantes italianos. O acessório de 14 metros de largura ocupará toda a extensão dos palcos onde a ópera será encenada e estará acompanhado de alguns objetos originais que vão compor as cenas, como um barril e um fogão à lenha garimpados em antiquários.

Agenda 

Dia 9 de agosto

Quinta-feira, às 20h30min

Museu Dom Diogo de Souza (rua Emílio Guilain, nº 2017 – São Jorge – Bagé/RS)

INGRESSOS

Inteiro - R$ 90

Meia-entrada - R$ 45

PONTOS DE VENDA

Online: www.blueticket.com.br. Formas de pagamento: Visa, Mastercard, American Express, Hipercard, Dinners Club e Elo. Há taxa de conveniência.

Loja Efeito: Rua Bento Gonçalves, 188 – Bento Gonçalves. Horários de funcionamento: de segunda a sexta, das 09h às 12h e das 14h às 19h. Forma de pagamento: somente em dinheiro.



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