ANO: 25 | Nº: 6209
08/08/2018 Luiz Coronel (Opinião)

Texto de abertura da Expointer

O Campo não sonha, floresce.
Mas quando o campo decide, acontece!

Que magnífico exemplo de modernidade confere o campo à nação.
É a ciência, a tecnologia, multiplicando riquezas, extraindo de nosso solo os frutos dourados que a terra prometida nos alcança.
Vem o sol, é uma oração. Vem a chuva, é uma prece.
A quem traz sementes nas mãos até o vento obedece!

Um país que produz uma tonelada de grãos por habitante não pode abdicar de sua grandeza.
Em casa dividida cai o teto obre os alicerces. Precisamos unir o país em torno de viáveis e fecundas esperanças.

Cai o suor por nosso rosto. Pequeno rio que nos desce.
No ventre das estações os frutos amadurecem!

Expointer, uma celebração ao trabalho, ao empreendedorismo.
Aqui se vive e se sente o triunfo da perseverança, a conquista de um alto patamar de progresso.
Quem apascenta os rebanhos enquanto a chaleira aquece / Sabe que o campo não sonha, sabe que o campo floresce!
As ideias são sementes que fecundam o fértil chão da história.
Ideias novas para novos tempos, é assim que abriremos as porteiras do futuro!
O campo não sonha, floresce.
Mas quando o campo decide, acontece.

Os gaúchos foram os bandeirantes do século XX.
Por isso podemos dizer de coração aberto e mãos espalmadas:

Expointer 2018 – Nossa gente é nossa força!

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