ANO: 25 | Nº: 6379
13/08/2018 Cidade

Pregão deve definir empresa que vai atender demanda do Restaurante Popular

Foto: Tiago Rolim de Moura

Serviço foi criado em 2005 e ficou 40 dias sem funcionamento no ano passado
Serviço foi criado em 2005 e ficou 40 dias sem funcionamento no ano passado
O município publicou um edital para a contratação de empresa que vai fornecer refeições prontas, visando atender as necessidades do Restaurante Popular de Bagé por 12 meses. A apresentação das propostas está prevista para o dia 23 de agosto, às 9h30min, no setor de licitações da Secretaria Municipal de Economia, Finanças e Recursos Humanos (Sefir).
De acordo com o secretário de Assistência Social, Habitação e Direitos dos Idosos, Carlos Adriano Carneiro (Esquerda), até o final deste mês, as refeições serão servidas pela empresa Cantinho da Comida Caseira, de Bagé, que venceu a licitação no ano passado. O edital prevê que a empresa vencedora forneça até 200 refeições diárias ao valor de R$ 2 para cada usuário. “As pessoas têm à disposição o prato do dia, com direito a um copo de suco”, conta.
Esquerda explica que as refeições são equilibradas e saudáveis, elaboradas por um nutricionista que está sempre no local. Para utilizar os serviços do restaurante, é necessário o cadastro na secretaria. O público-alvo são idosos acima de 60 anos, pessoas em situação de vulnerabilidade social com cadastro no CadÚnico e renda per capta de até R$ 170, além de atendidos do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), albergados e moradores de rua.
Segundo o secretário, atualmente, o custo da alimentação é de R$ 7, sendo que R$ 2 é pago pelos beneficiados. Os critérios para a licitação são o valor e a qualidade do alimento. Ele comenta que há muitas isenções que são avaliadas, mensalmente, pela assistente social da secretaria.
O Restaurante Popular foi criado em 2005, como parte do programa Fome Zero. No ano passado, o serviço chegou a ser interrompido por cerca de 40 dias, para readequações, após a falta de pagamento de um convênio, que mantinha os funcionários através do Programa Cidadão Bajeense (Prociba) e a ausência de prestação de contas do valor investido em 2016. “O recurso aplicado hoje é muito menor do que na gestão anterior e são utilizados recursos livres da prefeitura para o custeio”, pontua o secretário.

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