ANO: 25 | Nº: 6334
17/08/2018 Conteúdo patrocinado

Trading é boa opção para quem sonha em ser o próprio chefe

Foto: Divulgação

A recuperação econômica ficou bem aquém do projetado (e esperado) em 2017. O desemprego, indicador chave da situação de qualquer país, bateu alta histórica: a taxa média ficou em 17,2% no ano passado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que refletiu no aumento de encaminhamentos de seguro desemprego.

 

Além disso, o ano de 2018 tampouco deve trazer grande melhora. O fraco desempenho de alguns setores, assim como a greve dos caminhoneiros e a incerteza com as eleições devem puxar o Produto Interno Bruto (PIB), e, consequentemente, a geração de empregos, para baixo.

 

Ainda assim, há quem veja oportunidade em meio a este cenário tão pessimista. Sem oportunidades no mercado de trabalho, muitos profissionais enfim tiram da gaveta um projeto antigo: ser seu próprio chefe, seja abrindo uma empresa ou atuando como autônomo.

 

Empreendedorismo em alta no Brasil

Mesmo com as dificuldades burocráticas e tributárias, o Brasil é um país de empreendedores por excelência. A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no território nacional pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) mostrou que 31% dos brasileiros sonha em ser dono do próprio negócio e que, três a cada dez brasileiros entre 18 e 64 anos estão envolvidos com algum projeto de empreendedorismo.

 

Do mesmo modo, a Serasa Experian aponta que nunca nasceram tantas empresas no país quanto em 2017. A consultoria afirma que foram abertos 2.202.622 Cadastros Nacionais de Pessoa Jurídica (CNPJs) ao longo do ano.

 

Entretanto, o alto número de novos negócios não se deve ao sonho empreendedor do brasileiro. Na verdade, as estatísticas apontam que cada vez mais pessoas entram nesse universo por não ter outra opção: ainda de acordo com a GEM, em 2014, 29% das empresas eram abertas por necessidades dos donos, índice que saltou para 43% em 2015, quando a crise econômica apertou.

 

É possível começar em um segmento que não exige grandes investimentos

Os chamados empreendedores por necessidade costumam investir em segmentos que não exigem um montante alto para dar o pontapé inicial no negócio. Afinal de contas, muitos contam com a rescisão paga após a demissão ou com as economias juntadas com muito custo e anos de suor. Assim, não é surpresa saber que o modelo de empreendedorismo que mais cresce é o Microempreendedor Individual (MEI).

 

Apesar de o Brasil ser conhecido como o país da burocracia, a abertura da empresa nestes moldes é fácil: o CNPJ pode ser criado via internet. Todos os MEIs são automaticamente enquadrados no Simples Nacional, assim, podem quitar todas as suas obrigações tributárias com uma única guia de recolhimento, dispensando a contratação de um contador. Estão, também, desobrigados do pagamento de uma série de impostos. De acordo com a Serasa Experian, 78,7% de todos os CNPJs abertos ao longo de 2017 eram MEIs.

 

O trading como opção para o sustento

Entre todas as opções de atuação autônoma que não exigem altos investimentos, o trading é uma das mais interessantes. O termo trader se aplica a todos os profissionais que trabalham com compra e venda de ativos financeiros, seja para ele próprio ou para terceiros.

 

Normalmente, as pessoas imaginam o trader atuando na bolsa de valores, comercializando ações de empresas e fundos de investimento. Contudo, há outro segmento muito próspero para este profissional atuar: o esportivo.

 

No caso de apostas online em futebol, o trader pode prever um resultado, um número de gols (da equipe ou de um jogador específico) ou de escanteios e investir nele, por meio da compra de odds (possibilidades). Ao final da partida, caso o cenário previsto se concretize, o trader poderá arrematar uma considerável soma de dinheiro.

 

A rapidez é a principal vantagem da negociação no meio esportivo em relação ao mercado financeiro: enquanto uma ação pode demorar meses - ou até anos - para gerar um bom rendimento, no trading esportivo ele vem ao final da partida (no caso do futebol, em 90 minutos).

 

O trader ideal

Há quem pense que os bons traders, que realmente lucram com a atividade, são apenas bons de chute. Nada mais equivocado: por trás de cada resultado previsto, há todo um trabalho de investigação, estatística e probabilidades, além da identificação de pontos fortes e fracos tanto de equipes quanto de atletas.

 

Deste modo, as pessoas que costumam se dar bem no segmento normalmente são aquelas que têm um perfil analítico e detalhista, que lhes permite fazer previsões mais acertadas.

 

Vale ressaltar que é preciso ter uma certa afinidade com o risco. Quanto mais improvável for o cenário traçado, maior o é o ganho financeiro caso ele se concretize.

 

O investimento inicial

O trading esportivo é uma excelente opção para quem quer virar o próprio chefe. Além da flexibilidade do trabalho, é possível começar investindo uma quantia pequena: à medida que o trader vai pegando prática e faz o dinheiro render, é possível começar com apostas maiores e mais ambiciosas.

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