ANO: 25 | Nº: 6356
05/09/2018 Luiz Coronel (Opinião)

Paixão Côrtes

O Paixão finge que morre,

é sua a perpetuidade.

O tempo marca o seu nome

no lombo da eternidade.

Folclorista e bailarino,

a alma viva do pampa.

Gracioso, humano e gentil,

gaúcho de fina estampa.

Há um laçador anfitrião

que encanta o forasteiro.

Todo gaúcho se sente

do Paixão, fiel herdeiro.

À dupla Paixão e Lessa

- retire-se logo o chapéu –

devem andar pesquisando

a dança dos anjos, no céu.

Fartos bigodes e pilchas

na mais alta correção.

O Rio Grande seca as lágrimas

nos lenços da tradição. 

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