ANO: 25 | Nº: 6284
02/10/2018 Cidade

Projeto do Jóquei Clube de Bagé é lançado

Foto: Tiago Rolim de Moura

Previsão é que 22 lotes sejam comercializados
Previsão é que 22 lotes sejam comercializados

A construção do Jóquei Clube da Rainha da Fronteira, empreendimento previsto para ser erguido na zona leste da cidade, às margens da estrada do Passo do Perez, está prestes a sair do papel. O projeto foi lançado no domingo, durante um almoço que aconteceu no salão da Paróquia São Judas Tadeu.
A iniciativa, trabalhada há cerca de seis meses, já conta com o terreno de 40 hectares e o início da terraplenagem deve ter começo em novembro. De acordo com um dos participantes do projeto, Manoel Setembrino Pereira, que foi jóquei, treinador e montou em vários hipódromos do Estado e fora do País, inicialmente será construída a cancha reta e, logo em seguida, a pista fechada. Durante o lançamento, que contou com a participação de empresários do ramo de construção, agropecuárias e de haras, foram comercializados alguns lotes para a construção de lojas e cocheiras.
Denominado Loteamento Pinheiros, a área para o Jóquei Clube será de 25 hectares. O restante, por outro lado, deve ser utilizado para iniciativas paralelas, como um parque de eventos, uma praia artificial com área para acampamento e, até mesmo, um campo de polo, assim como um posto para abastecimento de veículos movidos a gás – algo inédito na Rainha da Fronteira.
Conforme Pereira, a área foi dividida em 22 lotes. Os 10 primeiros contam com 10 metros de frente por 50 de fundos e serão comercializados por uma entrada de R$ 10 mil e 10 vezes de R$ 1 mil. Os últimos 12 lotes terão um investimento inicial de R$ 11 mil, em 10 vezes de R$ 1,1 mil. “As cocheiras devem ser feitas em 15 blocos, cada um com três espaços contendo cozinha, quarto e banheiro”, disse.
Além disso, serão utilizados 15 hectares para a produção de orgânicos. O espaço, em atividade, serviria como uma espécie de incubadora, nos moldes de Colônia Agrícola, para, também, possibilitar a capacitação de novos praticantes das atividades.
Segundo Pereira, a realização das canchas de corrida foi viabilizada devido a uma permuta com uma empreiteira. “A empresa ficou com uma parte da área e fará a obra”, comenta. Uma das metas do projeto, idealizada para o futuro posterior ao projeto principal, é a criação de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, exclusivo para o público feminino.
O investimento custa em torno de R$ 14 milhões. Neste momento, um dos objetivos é atrair parceiros para que se instalem junto ao empreendimento e o utilizem não apenas para provas, mas também para a promoção de remates de âmbito nacional e internacional, aproveitando o potencial da região, por exemplo, como criatório destaque de exemplares das raças Puro Sangue Inglês e Crioula.

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