ANO: 26 | Nº: 6575
08/10/2018 Cidade

Lara avalia a campanha como a melhor que fez no Estado

Foto: Antônio Rocha

Petebista foi um dos últimos a votar no Clube Comercial
Petebista foi um dos últimos a votar no Clube Comercial
O candidato à reeleição como deputado estadual, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Luís Augusto Lara, esperou até as 16h30min de domingo para votar. O petebista exerceu sua cidadania no Clube Comercial e avaliou a campanha como a melhor de todas que já fez no Estado. Ele salientou que as pessoas prezaram a ficha limpa e o serviço prestado para o município.

Lara chegou acompanhado de assessores, por volta das 16h, e ficou em frente ao local de votação conversando e abraçando eleitores. Para ele, ser ficha limpa tira o político da vala comum da corrupção. Ele ressaltou que resgatou velhos amigos durante a campanha que fez nos 76 municípios da Metade Sul e região Metropolitana.

A expectativa do candidato, que fez 15.234 em Bagé, no último pleito, era pelo menos manter a votação. Isso, segundo ele, por ser um sinal que são amigos que confiaram em seu trabalho. Entre os trabalhos que realizou por Bagé, citou a luta pela saúde, tanto para a oncologia como para a reabertura do Hospital Universitário. "Fiz uma campanha limpa sem me meter em confusão. Para liderar, tem que ter moral e atitudes", disse.

O petebista ressaltou que 95% dos cabos eleitorais que trabalharam na campanha foram voluntários e, com certeza, os gastos de campanha foram menores que no último pleito. Ele comentou que escolheu votar nos últimos momentos, porque passou o dia transitando entre os locais de votação e fazendo avaliação. "A eleição foi tranquila. E o pleito racional, com as pessoas tendo opção de campanha, escolhendo acima dos partidos", avaliou.

Após 97% das urnas apuradas, o deputado Lara conseguiu a reeleição ampliando o número de votos no Estado, de 47.738, no último pleito, para 54.833. O deputado enfatizou que não irá para o Tribunal de Contas do Estado, visto que já há um representante do PTB, que é o ex-deputado Iradir Pietroski. “Ele pode ficar no órgão até os 75 anos. Não há possibilidade de eu ir”, frisou.

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