ANO: 26 | Nº: 6523
29/10/2018 Cidade

Juízes eleitorais avaliam o pleito de domingo na região

Foto: J.André Lehr/Tribuna do Pampa/Especial JM

Dispositivo na Capital do Carvão foi um dos oito avaliados no Rio Grande do Sul
Dispositivo na Capital do Carvão foi um dos oito avaliados no Rio Grande do Sul
Enquanto o clima de uma das eleições mais acirradas dos últimos anos seguia tenso nas redes sociais, o extremo oposto foi visto nas seções eleitorais. A votação iniciou às 8h e encerrou às 17h, sem que ocorrência de violência ou crime eleitoral tenha sido registrada em Bagé e região.
A juíza Naira Melkis Caminha, responsável pela 7ª Zona Eleitoral, destaca que o pleito nas seções abrangidas transcorreu normalmente, com apenas três substituições de urna, sendo uma delas em Aceguá e duas em Bagé, além da chave de uma urna que quebrou no momento em que foi ligada. “Mas a urna foi consertada e funcionou normalmente”, destaca ela.
A Zona Eleitoral também não registrou ocorrência de eleitor que não tenha conseguido votar, como aconteceu na votação anterior. “No primeiro turno, tivemos poucas ocorrências, que foram esclarecidas com realização de auditoria após a eleição. Mas, hoje (domingo), não tivemos ocorrências no balcão ou crime eleitoral”, explica.
O juiz responsável pela 142ª Zona Eleitoral, Ricardo Pereira de Pereira, também classificou como “dentro da absoluta normalidade” o pleito de domingo. Foram registradas três trocas de urnas, duas em Bagé e uma em Hulha Negra. Quando há substituição pelos dispositivos de contingência, os flash drives com os votos anteriores são instalados no novo equipamento e os votos seguem sendo computados.
Além disso, destacou que a votação de ontem foi mais célere, já que apenas dois candidatos seriam indicados em cada urna. Além disso, a experiência dos mesários, no primeiro turno, com a biometria, também, agilizou o processo nesta votação, segundo sustentou Pereira.
Avaliação de urna
Um sorteio realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) escolheu oito urnas, em todo o Rio Grande do Sul, para passarem por auditoria antes do início da votação. Uma dessas urnas foi a que atendeu a seção 352, na Escola Francisco de Assis Rosa de Oliveira – Vila Operária, em Candiota, que pertence à 142ª Zona Eleitoral.
A auditoria foi realizada por técnicos do TRE, junto ao juiz Ricardo de Pereira, para averiguação de autenticidade e integridade dos sistemas instalados. “Conferimos a mídia, os lacres e os hashes (resumos digitais das urnas) com a participação de representantes dos partidos políticos, Ministério Público e imprensa. A urna estava perfeitamente normal e seguiu funcionando a partir do início da votação, às 8h”, explica.

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