ANO: 25 | Nº: 6460
06/11/2018 Fogo cruzado

Lelinho atribui atraso em cronograma da Praça do CEU a problemas com empreiteira

Foto: Divulgação

Petista apresentou informações durante discurso na Tribuna
Petista apresentou informações durante discurso na Tribuna
Durante discurso na tribuna, ontem, o líder do PT no Legislativo bajeense, vereador Lelio Lopes (Lelinho), atribuiu o atraso no cronograma de construção da Praça do Centro de Arte e Esporte Unificado (CEU), no bairro Ivo Ferronato, a problemas com serviços executados por uma empreiteira. O petista leu um laudo do Ministério da Cultura que destaca inconsistências na execução do projeto por parte da empresa que era responsável pela obra, mencionando notificações.
Na semana passada, após agenda com o Ministério da Cultura, o prefeito Divaldo Lara, do PTB, destacou que, com a recuperação do contrato, pleiteada junto à pasta, a expectativa é licitar a obra até o final do ano, com prazo para conclusão em julho de 2019. A principal preocupação do governo é com o prazo para a conclusão da obra. Parlamentares do PTB, inclusive, já manifestaram o mesmo receio, criticando a gestão petista.
Em seu pronunciamento, Lelinho reforçou que não tem responsabilidade sobre o atraso do cronograma. O petista também observou que reconhece as dificuldades enfrentadas pela prefeitura na retomada da obra, que é custeada com recursos da União. “Não estou aqui para culpar a gestão anterior e nem para dizer que a gestão atual está errando. A falha maior é por parte da empresa, que deveria fazer o serviço como estava contratado”, disse.
O vereador frisou que o empreendimento, iniciado em 2013, avançou em 2015, quando comandava a secretaria municipal da Juventude, Esporte e Lazer, mas parou por conta de inconformidades na execução do projeto. Lelinho reforçou que a empresa responsável pela obra, à época, utilizou materiais que ‘não estavam de acordo’. “Quando a Caixa (operador financeiro) fez as vistorias, foram constatadas as alterações no projeto. Com isso, não foi feito o pagamento das medições”, destacou, ao frisar que a empreiteira teria negado a proposta de substituir os materiais apontados

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