ANO: 26 | Nº: 6527
04/12/2018 Editorial

Intervenções estratégicas

Pelo menos duas publicações desta edição, que tratam de assuntos similares, mas em âmbitos diferentes, podem ser consideradas estratégicas para o desenvolvimento. Isso dentro de um contexto próprio de cada cidade e respeitadas suas características.
A primeira delas, considerada uma demanda mais antiga, por assim dizer, consiste na revitalização da rodovia Miguel Arlindo Câmara, em Candiota. Considerada essencial para o fluxo local, a estrada carece de atenção e é palco, corriqueiro, de acidentes, muitos deles fatais. A questão é que, devido a uma dúvida legal, não há um agente responsável. Mesmo assim, dentro de suas condições orçamentárias, o Executivo da Capital do Carvão anunciou uma empreitada que busca sanar, ao menos, as más condições de trechos considerados mais críticos. Como menciona a publicação, trata-se de uma medida pontual. Mas importante, de qualquer maneira.
Na mesma linha, mas por questões diferentes, é claro, interessante o anúncio do prefeito de Bagé, Divaldo Lara, quanto à meta de asfaltar a avenida General Osório. É fato que, resguardadas as questões de patrimônio – que vez ou outra impedem certas ações –, trata-se de uma obra fundamental no sentido de aperfeiçoar a mobilidade urbana. Até porque, para uma cidade que busca o progresso, é quase impossível melhorar o tráfego de veículos e pedestres sem modificar pavimentos de forma a garantir um fluxo mais ágil, ainda mais de uma via que liga Norte e Sul da zona urbana. Trata-se, claro, de uma projeção para o próximo ano, mas, pelo demonstrado, deve ser concretizada.
O fato é que o asfalto, de qualidade, claro, tanto em Bagé quanto em Candiota, podem ser apontados como estratégicos. Seja pela mobilidade a ser viabilizada, mas, também, pela segurança de estruturas dentro do esperado pela população – em especial no caso da Capital do Carvão.

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