ANO: 25 | Nº: 6382
21/12/2018 Segurança

Apresentado Plano Decenal para o setor de Segurança Pública

O governo do Estado apresentou, ontem, o primeiro plano decenal para a Segurança Pública da história do Rio Grande do Sul. Batizado de Planejamento Estratégico 2019-2029, o documento será protocolado na Assembleia Legislativa para deliberação e votação do parlamento no próximo ano.
Elaborado pela equipe técnica da Secretaria da Segurança Pública (SSP), com a participação das instituições vinculadas, o projeto visa a instituir uma política de Segurança Pública que transcenda governos e norteie as ações na área na próxima década. A intenção é garantir a continuidade de projetos considerados estratégicos e elaborar novas medidas, com o objetivo de melhorar a prestação de serviços à sociedade. “Um marco da nossa gestão, que simboliza o processo de reestruturação e o caráter de prioridade que o governo sempre deu ao setor”, afirmou o governador José Ivo Sartori.
A análise das conjunturas nacional e estadual serviram como base para o desenvolvimento do projeto, que tem como foco a redução dos indicadores de criminalidade, a valorização dos servidores e a reestruturação de todo o aparato da Segurança Pública.
“Já passou da hora de termos uma política balizadora, que sirva de alicerce para a elaboração dos projetos e para a execução das ações, independentemente de ideologia política ou de quem esteja à frente da SSP. Estamos propondo uma série de iniciativas que tem como único objetivo a promoção de mais segurança e o combate à violência e à criminalidade”, garantiu Schirmer.
Entre as principais ações, destacam-se a reposição de efetivo contínua, a ampliação das ações de proteção à região de fronteira, a interligação do banco de dados de crianças desaparecidas ao sistema de cercamento eletrônico e a transformação do Instituto de Pesquisa da Brigada Militar (IPBM) em centro de pesquisa e inovação tecnológica para toda a Segurança Pública. O governo do Estado espera que as medidas sejam apreciadas ainda no primeiro semestre de 2019. Dessa forma, a grande maioria dos projetos poderá iniciar ainda no primeiro ano do próximo governo, permitindo a implantação das iniciativas dentro do cronograma elaborado.

 

 

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