ANO: 25 | Nº: 6209
22/12/2018 Editorial

Além dos presentes

Não que atitudes afetivas ou simples demonstrações de carinho devam se resumir a uma data específica, aliás, devem ser corriqueiras, tão constantes quanto possível. Até porque, expor os sentimentos por quem faz parte da vida não podem ficar para depois, sob o risco de ficarem apenas de um desejo escondido ou, então, se tornarem, no futuro, algo que possa ser considerado insuficientes.
O Natal, independente dos motivos de sua realização, permite a todos que a utilizem para estreitar relações, reafirmá-las, e, claro, torná-las mais fortes e duradouras. A essência da data, em resume, é nessa linha. Não são os presentes. Esses são apenas ferramentas de um roteiro sobre uma história ocasional, periódica e estabelecida para ser celebrada uma vez por ano. Mas não são e nem devem ser o motivador principal.
É fato que ao longo dos anos, apoiado pelo imaginário estimulado aos pequenos, que esperando ansiosos a chegada do "bom velhinho", a tal tradição dos presentes embaixo de uma árvore especialmente decorada, atualmente também iluminada, tal ato acabou naturalmente sendo reforçado. Isso, por uma questão de lógica, acaba motivando a economia, mesmo de cidades menores, o que é benéfico para a circulação de renda. E nem pode se apontar que isso deva acabar, nada disso.
A questão é que a reunião dos entes queridos, possibilitado por esse feriado, estimule, muito além dos presentes, a troca de abraços, carinhos e palavras até então guardadas no peito. É uma época de reforçar a confraternização. Isso é o fundamental. E que assim seja, um bom e feliz Natal para todos!

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