ANO: 25 | Nº: 6209
04/01/2019 Cidade

Venda de veículos teve crescimento em 2018

Foto: Marcelo Rodriguez Barboza/ Especial JM

Veiculo é o carro chefe da vendas
Veiculo é o carro chefe da vendas

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, ontem, que os emplacamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos) apresentaram alta acumulada de 13,58% em 2018, somando 3.653.500 unidades, ante as 3.216.730 registradas em 2017. O setor, desse modo, contabilizou alta de 13,58% em 2018 e deve alcançar aumento de 9,8% em 2019.

Em Bagé, também houve um crescimento na venda de veículos. O setor apresentou uma alta de 5,67% em relação a 2017. Em 2018, foram comercializados 1.697 veículos enquanto, em 2017, o número chegou a 1.606. Em dezembro de 2017, a frota de veículos, incluindo automóveis, motocicletas, caminhões, reboques, ônibus e micro ônibus, tratores e utilitários era de 66.974 até outubro de 2018. Este número subiu para 68.908, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS).

De acordo com aos dados da Fenabrave, em dezembro, o setor manteve o ritmo de retomada nas vendas de todos os segmentos somados e registrou alta de 3,36% ante novembro, totalizando 331.153 emplacamentos, contra 320.397 unidades no mês anterior. Já com relação a dezembro de 2017, quando foram licenciadas 301.240 unidades, houve crescimento de 9,93%.

Atraso

Conforme o gerente de venda da concessionária Tterrasul, Isidoro de Leon, a empresa teve um crescimento de 9,62% nas vendas em relação a 2017. Ele salienta que a maior dificuldade, e que está atrasando a entrega dos veículos, é o novo modelo de emplacamento padrão Mercosul. "Em Bagé, os estampadores ainda não têm material para fazer as placas e estamos fazendo em Dom Pedrito, mas está complicado suprir a demanda", comenta.

Na Savarauto Toyota, que inaugurou em outubro de 2018, a situação é a mesma. O supervisor de vendas, Fabiano Machado, ressalta que houve um aumento de 30% na venda e pós-venda da marca, mas há um atraso na entrega devido as placas. Machado informa que está satisfeito com o mercado, mas a dificuldade do emplacamento está prejudicando as entregas.

Falta de material

Conforme o empresário Éberson Marinho, responsável por uma das três empresas que realizam o trabalho de estampa de placas no município, a expectativa é que fabricação das placas esteja regularizada até o dia 8 de janeiro - ou seja, na próxima semana. Ele comenta que foi até Santa Catarina buscar o material, mas a fábrica estava com falta de leitores de QR Code, que são obrigatórios no emplacamento. Marinho ressalta que já conseguiu as chapas para estampa.

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