ANO: 25 | Nº: 6379
02/02/2019 Cidade

Fusão entre Eletrosul e CGTEE deve iniciar neste ano

Foto: Arquivo JM

Eletrobras considera união das empresas como fortalecimento de atuação
Eletrobras considera união das empresas como fortalecimento de atuação

A Eletrobras anunciou que o projeto de unificação das operações das duas subsidiárias da Eletrobras na região Sul, a Eletrosul e a CGTEE, deve ser iniciado ainda em 2019, conforme previsto no Plano Diretor de Negócios e Gestão. O projeto de unificação das operações das duas empresas foi iniciado em 2017 e o prazo de conclusão depende de ritos processuais e de elementos externos, tais como a anuência de órgãos governamentais, agências reguladoras, entre outros.
Entre os benefícios desta medida, a Eletrobras destaca a atuação integrada e ampliada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. A unificação das duas empresas resultará numa força de trabalho composta por cerca de 1,5 mil profissionais, entre técnicos e especialistas. Além disso, a capacidade de geração de energia ultrapassará 2.200 megawatts, com usinas hidrelétricas, eólicas, solar e termelétrica, possibilitando ainda a expansão nos segmentos de transmissão e comercialização de energia.
Através de nota oficial, a Eletrobras esclarece, ainda, que não reconhece a incorporação da Eletrosul pela CGTEE como a extinção das atividades da Eletrosul, ou mesmo da CGTEE, mas sim como o fortalecimento da atuação dessas duas empresas de forma ainda mais ampliada e mais robusta. A incorporação, portanto, tem como objetivo perenizar a atuação da Eletrosul e da CGTEE.
De acordo com a nota encaminhada pela assessoria de comunicação da Eletrobras, a decisão pela união das duas subsidiárias é embasada em diversas vantagens estratégicas de negócio, a se destacar: atuação única e integrada das subsidiárias na região Sul do Brasil, permitindo a expansão do segmento de geração, transmissão e comercialização nessa região; expansão e diversificação da sua matriz energética de geração, ao complementar e otimizar a gestão de conhecimentos de geração eólica, hidráulica e solar aos de geração térmica, trazendo perspectivas para novas oportunidades de negócios; sinergias operacionais com economias de escala, redução de custos e ganhos consistentes de eficiência operacional; aumento de receitas e do lucro operacional, logo no primeiro ano de incorporação; ampliação do parque de geração de energia, com a integração da usina de Candiota III, em processo de modernização, e com perspectivas de ampliação de geração, considerando as melhores práticas de mercado para se atingir a excelência operacional.

Deixe seu comentário abaixo

Mais notícias da edição

Outras edições

Carregando...