ANO: 25 | Nº: 6254
09/03/2019 Candiota

Presidente do STIA/Bagé participa de Assembleia Nacional da CNTA em São Paulo

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Bagé e Região, Luiz Carlos Cabral, irá participar neste dia 12 de março da assembleia geral nacional promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA). O encontro acontece em São Paulo, na sede da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação. Entre as pautas da assembleia estão ações contra as medidas que estão sendo tomadas pelo governo federal em prejuízo aos trabalhadores e do sistema confederativo de contribuição.
As lideranças sindicais também vão discutir e deliberar sobre os procedimentos a serem adotados pelas entidades sindicais quanto ao recolhimento, notificação aos empregados e autorização prévia para o desconto da contribuição sindical. Além dos sindicalistas irão participar assessoria jurídica da CNTA e de Sindicatos para discussão sobre orientações sobre a sustentação e aplicação do sistema confederativo para o custeio das entidades.
O presidente do STIA/Bagé classifica a assembleia como fundamental para a garantia dos direitos dos trabalhadores e do futuro dos sindicatos. “O governo federal coloca a culpa do atoleiro da economia e da previdência nas costas dos sindicatos e da classe trabalhadora, mas houve uma dita reforma trabalhista que não gerou empregos e o país continua com problemas graves na educação, segurança publica, com longas filas nos hospitais, com falta de medicamentos e com buracos nas ruas e nas estradas”, desabafa Cabral.
O líder sindical ressalta que a contribuição sindical é importante para o atendimento do trabalhador e de sua família. Prova disso são as centenas de atendimentos médicos, odontológicos e os convênios disponibilizados aos nossos associados, mediante pagamento da mensalidade, para proporcionar melhor qualidade na vida dos trabalhadores. “Nossos sócios têm descontos com médicos especialistas, profissionais liberais, clínicas e laboratórios. O que questionamos é o fato de o trabalhador pagar impostos e não ter o mínimo retorno dos governos. O Sindicato tem como provar o retorno que dá, não apenas ao trabalhador com o atendimento médico, por exemplo, mas à sociedade, porque é um desafogo às filas do SUS, bem como as garantias para o trabalhador através dos acordos e convenções coletivas de trabalho”, pondera Cabral.
Cabral reforça a importância da Assembleia em São Paulo. “Vamos nos reunir para debater o futuro dos sindicatos, mas vamos procurar os meios jurídicos e realizar ações políticas para garantir os direitos dos trabalhadores”, afirma.

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