ANO: 24 | Nº: 6184
15/03/2019 Esportes

Amyr Klink vai palestrar em Bagé

Foto: Arquivo pessoal

Atleta realizou volta ao mundo
Atleta realizou volta ao mundo
Dentro do projeto Conexão de Ideias, do Sistema Fecomércio RS/Sesc, sete cidades gaúchas serão contempladas com a palestra do velejador e escritor brasileiro, Amyr Klink, 63 anos, o primeiro a ter atravessado o Atlântico Sul a remo, em 1984. O roteiro inclui Bagé, que receberá a atividade no dia 15 de outubro. Natural de São Paulo e graduado em Economia, pela Universidade de São Paulo (USP), Klink conquistou o feito em 100 dias, entre 12 de junho e 19 de setembro de 1984. Acompanhado apenas por um barco a remo, realizou um percurso de sete mil quilômetros, entre Namíbia, na África, e Salvador, na Bahia.
Nos anos seguintes, investiu em novas expedições. Exemplo disso ocorreu em dezembro de 1989, quando viajou rumo à Antárdida, num veleiro construído exclusivamente para a viagem, denominado “Paratii”. O percurso foi uma legítima aventura, pois o barco de Klink ficou preso no gelo por sete meses. Da Antártida, rumou para o Pólo Norte, em 1991. Entre 1998 e 1999, o velejador encarou o desafio de “circum-navegação da Tera”, que consistiu na volta ao mundo por uma rota mais “curta, rápida e difícil. Par isso, Klink partiu da Ilha Geórgia do Sul e navegou em linha reta até alcançar o mesmo ponto da partida, atravessando os oceanos Atlântico, Índico e Pacífico. O velejador conclui o trajeto em 88 dias e 14 mil milhas náuticas.
Já em 2003, Klink fez uma nova volta ao mundo. Porém, diferentemente das outras vezes, teve a companhia de cinco homens na tripulação. Dessa vez, a exploração envolveu latitudes mais altas. A viagem foi feita de dezembro de 2003 a fevereiro, em 76 dias e 13,3 mil milhas náuticas (24,6 mil quilômetros).
Atualmente, Klink é escritor, com seis livos publicados, e realiza palestras sobre “planejamento, motivação, trabalho em equipe, liderança e empreendedorismo. Inclusive, a obra “As Janelas do Parati”, que traz os bastidores de suas viagens, lhe rendeu o Prêmio Jabuti, em 1994, pela categoria melhor produção editorial obra avulsa.

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