ANO: 25 | Nº: 6208

Dilce Helena Alves Aguzzi

dilcehelenapsicologa@gmail.com
Psicóloga
16/04/2019 Dilce Helena Alves Aguzzi (Opinião)

Para expandir a alma

Por um desses fenômenos da sincronicidade acordei me impondo refletir sobre a alma, sobre o que alarga ou encolhe as fronteiras de nossa psiqué (psiqué é alma em grego), e o primeiro texto com que me deparei nos meus arquivos retornava há um ano e abordando o tema da alma. Então, decidi reproduzi-lo, com a devida compreensão de todos sobre sua importância no cotidiano.

Muitas sensações que temos podem ser traduzidas pelo tamanho de nossa alma, ou a impressão que temos quanto à sua dimensão. Em alguns momentos sentimos que está enorme e pode envolver o mundo, noutros momentos parece que diminuiu tanto a ponto de ter desaparecido.
Pequenos detalhes do cotidiano, iniciativas nossas ou de quem nos cerca também têm este poder de alargar ou encolher as fronteiras da alma.

Encolhe a alma:
Uma preocupação que perdura
O medo concreto
Não conseguir dizer não
O excesso
A falta
Pouco tempo para si
Aridez afetiva
Ausência de poesia
Desentendimentos banais
Saudade
Hostilidade
Ignorância
Frio
Injustiça, calúnia, incompreensão
Desacreditar, negar

Expande a alma:
Envolvimento, empatia
Aquecer o coração, o dia, a casa
Ler, conhecer
Clarear o ambiente, as ideias
Expandir um limite, superar, aprender
Construir ou fortalecer um laço, uma ponte
Lembrar fatos, pessoas e fazê-las saber disso
Reconhecer um erro
Criar, recriar
Agir
Incentivar
Verdadeiramente reconhecer o bem nos outros
Proximidade afetiva, cuidado
Música
Mar
Amar e deixar-se amar.

 

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