ANO: 25 | Nº: 6258
30/04/2019 Segurança

Réu é condenado a 16 anos pela morte do vigilante “Jamaika”

Foto: Divulgação

Gabriel não quis dar o seu depoimento duranto o júri popular
Gabriel não quis dar o seu depoimento duranto o júri popular

Durante todo o dia de hoje aconteceu o julgamento de Gabriel Abreu Semper, de 25 anos, condenado a 16 anos, em regime fechado, sem direito a recorrer em liberdade, pelo homicídio qualificado do vigilante Cláudio Nilo Lemos da Rosa, conhecido como “Jamaika”, no dia 7 de março de 2015.

Conforme a investigação, a vítima estava trabalhando em uma casa noturna, na avenida João Telles, como vigilante, quando foi assassinado.

No júri foram ouvidas quatro testemunhas de acusação.O réu reservou o direito de permanecer calado.

Relembre o fato

Segundo a sentença de pronúncia, Semper, armado com uma faca, matou “Jamaika” por motivo fútil e mediante recurso que dificultou qualquer chance de defesa. O réu também é acusado pela tentativa de homicídio de Daniel Simões Silva. Consta, nos autos do inquérito policial, que, na madrugada em que ocorreram os fatos, o denunciado estava no interior da casa noturna. Por conduta inadequada dentro do estabelecimento, os seguranças da boate, dentre os quais a vítima Cláudio Nilo, retiraram o denunciado, expulsando-o do local. Por volta das 3h da madrugada, impedido de retornar para o interior da boate, o denunciado teria ido até sua residência pegar a faca que usaria no crime.

Ao retornar para o estabelecimento, após o intervalo de mais de uma hora, de imediato, encontrou a vítima na parte exterior da boate, oportunidade em que aproximou-se, sacou a faca que trazia consigo e desferiu-o golpe mortal. Em seguida, com a vítima desfalecendo, o denunciado guardou a faca e saiu em disparada, oportunidade em que a segunda vítima, Daniel Simões Silva, acompanhado de outro segurança, empreendeu perseguição ao autor.

Nas imediações de um posto de combustíveis, na iminência de ser detido em flagrante, o denunciado sacou, novamente, a faca que trazia consigo e tentou, duas vezes, estocá-la em Daniel Simões Silva, que conseguiu escapar das investidas do denunciado. Ao final, com a chegada de policiais militares, o denunciado largou a arma branca e se entregou, sendo, assim, preso em flagrante delito.

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