ANO: 25 | Nº: 6382
20/05/2019 Segurança

BM e Polícia Civil efetuam operação contra tráfico no Ivo Ferronato

Foto: Divulgação

Ação é decorrente de operação realizada na terça-feira
Ação é decorrente de operação realizada na terça-feira
O Setor de Inteligência da Brigada Militar (BM), Pelotão de Operações Especiais (POE) e Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) realizaram uma operação conjunta, na noite de sexta-feira, no bairro Ivo Ferronato. A ação ocorreu em uma casa, na rua Luís Adão Médici que, segundo investigações, funcionava, há algum tempo, como ponto de venda de drogas. Inicialmente, em processo de monitoramento, os policiais visualizaram uma motocicleta de serviço de telemoto, com uma mulher na carona, que deixava a casa com uma sacola, em atitude suspeita. Os policiais abordaram a suspeita e encontraram um tijolo de maconha de 250 gramas.
Os policiais adentraram à residência de onde a mulher tinha saído e encontraram outras duas pessoas, que afirmaram terem guardado o restante da droga em outra casa. A polícia se dirigiu até a outra residência e detectou o restante das substâncias. Foram apreendidos 251 gramas de cocaína, 275 gramas de maconha, uma moto, cinco telefones, uma munição, R$ 458,80, uma balança de precisão e 45 pedras de crack. Até o fechamento desta edição, a BM havia divulgado apenas as iniciais dos presos, que foram identificados como J.D.L.S.; R.R.G.; J.M.D.S. e A.M.B.B. Todos foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi lavrado o flagrante.

Continuidade de operação
Segundo o titular da Draco, delegado Cristiano Ritta, a ação de sexta-feira é uma continuação da operação realizada na terça-feira passada, quando houve a maior apreensão de cocaína e crack da história de Bagé. “Estamos intensificando o combate ao crime organizado e, especialmente, a prisão daqueles indivíduos que, mesmo sem antecedentes criminais, têm iniciado sua vida no crime apoiando os presos que controlam o tráfico em Bagé, de dentro das cadeias. Nosso objetivo é desestimular que as pessoas iniciem no crime, especialmente os jovens e os familiares, sob o risco de serem presas em flagrante e responderem processos criminais, manchando sua vida e seu nome”, argumenta Ritta.

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