ANO: 25 | Nº: 6279
19/06/2019 Felipe Valduga (Editorial)

Três obras distintas, objetivos similares


Se num contexto mais breve, demandas voltadas à Saúde, Educação e Segurança quase sempre dominam a preferência do cidadão, e motivam cobranças junto aos gestores, sejam municipais, estaduais ou federais, há um quarto pilar que, por questões óbvias, necessita de um olhar constante. Investir em infraestrutura é, também, pensar no sucesso das demais demandas.
Na edição de hoje, o Minuano apresenta três diferentes notícias, que apresentam obras destinadas ao setor de mobilidade em distintos municípios da região. Cada uma das empreitadas mencionadas tem suas motivações, mas voltadas a um objetivo comum: facilitar o trânsito de veículos e pedestres e, assim, melhorar a mobilidade, agilizar a locomoção entre destinos.
No caso de Aceguá, a repercussão é referente a previsão de investimentos na ERS-647, rodovia que serve de acesso à Colônia Nova, que se encontra em condições precárias e carecendo de uma ação mais efetiva há algum tempo. Não apenas por servir de rota para o escoamento da produção daquela localidade, mas por garantir a ligação a um hospital de referência na região.
Para Dom Pedrito, a informação é relativa ao mais amplo investimento projetado dentre os três mencionados. O Executivo obteve, junto à Caixa, um financiamento na ordem de R$ 10 milhões para aplicar na pavimentação de vias e construção de pontes, visando, efetivamente, dar uma "nova cara" para a área urbana. O que, como diz o próprio chefe do Executivo, permitirá aos pedritenses vivenciar uma nova realidade num futuro próximo.
Em Bagé, se em termos de recursos a obra é a de menor vulto, a representatividade é significativa. A autorização para tráfego de veículos em uma de duas pontes erguidas ainda na década de 80, junto ao Passo das Tropas, pode ser apontada como fundamental nas pretensões de melhorar a mobilidade pela área urbana. O uso de tal via, que estará, de fato, facilitado assim que a outra estrutura estiver em uso, possibilitará, por exemplo, retirar uma gama significativa de veículos pesados das vias centrais. Enfim, mais um passo na busca por transformar o anel rodoviário de Bagé em uma rota costumeira e, quem sabe, obrigatória para o transporte de cargas.
Enfim, são três obras diferentes mas que demonstram que focar em infraestrutura vai além de garantir manutenção, mas vislumbrar novas alternativas que permitam, também o desenvolvimento econômico, melhorando todos os pilares de uma gestão pública.

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