ANO: 25 | Nº: 6308

Viviane Becker

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Colunista social do Jornal Minuano, Viviane Becker é experiente jornalista de geral e conhecida editora do caderno de variedades Ellas.
09/08/2019 Caderno Ellas

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Foto: Reprodução JM

A novela que dita tendências
A novela que dita tendências

Zara lança coleção de roupa de maternidade

Saias, blusas, calças, casacos, mais de 100 peças, com os respectivos acessórios em forma de sapatos, carteiras e bijuterias, foram colocadas à venda online.  Os vestidos são alegres e há modelos largos ou mais ajustados, perfeitos para quem prefere acentuar a barriga. Há, também, uma série de modelos perfeitos para ocasiões especiais, sendo o cetim, as franjas e as lantejoulas os pontos fortes dos vestidos.  

 

Mini bistrô Nory Boutique

No sábado, foi apresentado o novo espaço que agora integra a boutique Nory Boutique. O mini bistrô terá produtos da Mondélices (mundo das delícias em francês). Vale a pena conferir essa nova proposta, que marca a comemoração dos 36 anos de Nory Boutique. O projeto foi assinado pela arquiteta Luíza Cardoso, que também reorganizou o layout interno da loja.
Vale lembrar que, até o final do mês, segue a promoção Nory Boutique com 50% off em quatro vezes no cartão nas marcas + Rabusch, Richini, Tlicrio, Realist, Viber, Nutrisport, Malharia Nacional entre outras.


A novela que dita tendências

Da telinha para a vida real. Será que a personagem Maria da Paz é brega e Vivi Guedes dita tendência?  Pelas redes sociais, a fashion specialist Mariana de Moraes Sales Vieira fala sobre os looks das principais personagens da novela A Dona do Pedaço.  A personagem Maria da Paz, interpretada por Juliana Paes, se mostra como brega, enquanto Vivi Guedes, vivida pela atriz Paolla Oliveira, dita tendências. Mas será que isso condiz com a realidade?  Para a fashion specialist, vivemos uma fase na moda em que o brega é relativo. Voltamos a usar itens que em outros momentos julgávamos ‘impossíveis’.  Vale citar desde a bota branca, passando pelas ombreiras e chegando até as mangas amplas que hoje são peças desejo.


Precisamos falar sobre a doença de Alzheimer

Tenho muita curiosidade e também um certo medo da Alzheimer. Recebi um e-mail com relatos do neurologista e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), Rodrigo Rizek Schultz, falando sobre o tema.

Ele explica que começa mais ou menos assim: a mesma pergunta é feita várias vezes; há também uma dificuldade em acompanhar conversas e articular; sair de carro se transforma em pesadelo porque achar o caminho não é natural. Esses sinais evidenciam o primeiro e mais característico sintoma da doença de Alzheimer, a perda de memória recente.

O especialista informa que a Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a diminuição das funções cognitivas. Em poucas palavras, as células cerebrais morrem, prejudicando a função mental. Para ele, falar sobre a doença de Alzheimer (DA) é uma questão de saúde pública. No mundo, estima-se que 50 milhões de pessoas sofram de demência. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a DA é responsável por até 70% dos casos de demência. Aqui no Brasil, o cenário é particularmente desafiador. O número de indivíduos vivendo com demência deve triplicar até 2050, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde.  E ainda não há cura para a doença de Alzheimer, o objetivo do tratamento se limita a frear os sintomas. Trata-se de uma enfermidade de evolução progressiva e inexorável. Viabilizar soluções que melhorem a qualidade de vida de pacientes e cuidadores é essencial.

A doença de Alzheimer pode não ter cura, mas, se diagnosticada no início, o tratamento adequado ajuda a impedir a progressão e amenizar os sintomas, proporcionando melhor qualidade de vida ao paciente e reduzindo o sofrimento dos cuidadores e da família. Ele diz que o avanço da ciência abre um caminho promissor e traz esperança para toda sociedade.

 

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