ANO: 26 | Nº: 6543
16/08/2019 Fogo cruzado

Bagé será prioridade para PCdoB no pleito de 2020

Foto: Antônio Rocha

Presidente estadual do partido cumpriu agenda, ontem, no município
Presidente estadual do partido cumpriu agenda, ontem, no município
O presidente estadual do PCdoB, Juliano Roso, adiantou, ontem, que Bagé integra a lista de cidades prioritárias para a legenda. O planejamento da sigla para o pleito de 2020, de acordo com o dirigente, passa por eleger pelo menos um vereador na Rainha da Fronteira.
O PCdoB trabalha na definição de uma nominata. Roso destaca que o PCdoB deve disputar as eleições com 25 candidatos, em Bagé. “Estamos dividindo as cidades prioritárias em três grupos. O primeiro contempla os 16 municípios em que temos a obrigação de eleger vereador. Bagé está nesta lista. Estou convencido, pelo trabalho feito pelo diretório bajeense, de que vamos alcançar o objetivo”, disse.
A mudança na legislação eleitoral, que deve valer no próximo pleito, é encarada, por Roso, como positiva, por ‘obrigar os partidos a crescer, montar chapas e apresentar nomes à sociedade’. “Se por um lado restringe, porque proíbe a coligação, por outro, permite que quem não atinge o quociente eleitoral, possa disputar cadeira de sobras”, avalia.

Majoritária
Roso revela, ainda, que o partido estuda candidatura majoritária na cidade. O presidente não menciona nomes. Questionado sobre o capital conquistado por Carlos Alberto Fico, que disputou a prefeitura de Bagé pela sigla, em 2016, ele foi enfático ao destacar que deve ser considerado. “Fico, para nós, é uma grande liderança. É muito respeitado e conta com muita moral no partido”, resumiu.

União
A agenda do presidente estadual, em Bagé, incluiu encontros com lideranças de outras siglas. “Estamos visitando as principais cidades do Rio Grande do Sul. O primeiro objetivo é falar para nosso campo político, que é de centro esquerda, da necessidade de nos unirmos, nestas cidades”, disse, ao salientar que já se reuniu com presidentes estaduais do PDT, PSOL, PSB e PT.
Roso argumenta que a intenção é construir um contexto de união. “O preço que estamos pagando pela nossa não união, no pleito do ano passado, é um governo extremamente desastroso, que não tem capacidade de gerenciar o País, que não enfrenta os problemas principais, fica gerando conflito e se comportando como se estivesse em campanha”, enumera, se referindo ao governo de Jair Bolsonaro, do PSL.

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